COVID-19 e os impactos nas montadoras Brasileiras.

#COVID-19 #Indústria #Montadoras

Montadoras de veículos se pronunciaram referente à situação do avanço do COVID-19, que até segunda feira,16, registrava mais de 230 casos confirmados no Brasil. Muitas fabricas, como General Motors, FCA Fiat Chrysler, Renault e Mercedes-Benz; já adotaram o sistema de Home Office para as áreas administrativas das quais é possível esse trabalho. A produção segue dentro da normalidade, porém, com algumas medidas de prevenção a fim de conter a pandemia e preservar a saúde dos funcionários e de seus familiares. 

Para as empresas que decidiram por continuar o trabalho nos escritórios, recomenda-se aos funcionários, que evitem reuniões em grupos e utilizem – e intensifiquem – os meios digitais para a comunicação, tais como video conferência, email, plataformas de mensagens instantâneas e ligações telefônicas. As montadoras também estão reforçando os serviços de higienização dos locais laborais, além de informar aos seus funcionários sobre as medidas de cunho particular, como evitar contato físico e manter distância mínima de um metro, além de higienizar as mão várias vezes ao dia e usar álcool em gel frequentemente. 

As viagens internacionais já foram suspendidas por muitas empresas, como a Toyota, que cancelou todas as viagens para a China, Taiwan, Coreia do Sul, Itália, Irã, França, Alemanha, Espanha, Japão e Estados Unidos. 

A Volvo informou a seus funcionários que antecipará a vacina interna contra a gripe, a fim de facilitar o diagnóstico em caso de outras viroses e doenças. 

As demais empresas de origem sul-coreana, confirmam que não há risco de falta de peças importadas neste momento.

As recomendações segundo a OMS são: lavar as mãos com sabonete e água e usar álcool em gel sempre que possível, cobrir o nariz e a boca sempre que espirrar ou tossir, evitar aglomerações (locais com mais de 50 pessoas), manter os ambientes bem ventilados, não compartilhar objetos de uso pessoais, se hidratar bebendo água e manter uma alimentação saudável. 

A grande aposta dos próximos anos para o mercado automobilístico.

#ProjetodePeças #Indústria #PeçasMetálicas

A montadora Tesla atingiu nesta terça-feria (10) o marco de 1 milhão de carros elétricos produzidos desde sua fundação. A Tesla é uma empresa privada de capital aberto que foi fundada em 2003, pelos engenheiros Martin Eberhard e Marc Tarpenning em San Carlos, Califórnia. Agora, com valor acima dos 100 milhões de dólares, supera a americana Ford. 

A Tesla se diferencia das demais montadoras por ser totalmente focada na produção e desenvolvimento de carros totalmente elétricos. Algumas outras marcas automotivas tradicionais também tem se mostrado preocupadas com o desenvolvimento de componentes para motores e transmissões para veículos elétricos e produtos à base de baterias, porém, a Tesla continua como pioneira no ramo. É importante ressaltar que, a empresa também foi afetada pela crise do Corona Vírus (Covid-19) e a queda no preço do petróleo nos últimos dias, refreando em 13% suas ações na segunda feira (09).

No final do ano passado, a Bayerische Motoren Werke AG (BMW) atingiu o número de 500 mil carros eletrificados vendidos. No Brasil, a empresa vendeu cerca de 300 veículos eletrificados entre 2014 e 2018 e, só no ano passado, a marca atingiu número análogo. 

Já a alemã Volkswagen, anunciou em novembro de 2019, que lançará cerca de 70 modelos de carros com motorização elétrica até 2028. 

O mercado nacional de veículos elétricos e híbridos deve crescer de 300% a 500% nos próximos cinco anos, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (Abve). A projeção mundial é ainda mais otimista. Segundo o relatório da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), 56 milhões de carros elétricos circularão até 2040. Hoje são 2 milhões de veículos desse tipo nas ruas de todo o mundo.

Economia para o mercado automotivo em 2020

#ProjetodePeças #Indústria #PeçasMetálicas

A recuperação da economia e, consequentemente, de emprego e renda, deve aumentar a confiança do consumidor para a compra de um carro ou uma moto. O mercado automotivo tem sinais otimistas no início do ano com a perspectiva de crescimento, com a taxa de juros mais baixa e maior disposição dos bancos na oferta de crédito. Uma pesquisa feita na Webmotors, indica que 88% dos usuários pretendem trocar de carro esse ano, e 93$% do público que ainda não possuiu veículo, almeja adquirir um em 2020. 

O primeiro bimestre deste ano apresentou retração em relação ao ano anterior, afirma a ANFAVEA (Associação Nacional dos. Fabricantes de Veículos Automotores), com somente 58 mil veículos vendidos no Brasil. Entretanto, segundo Luis Carlos Moraes, presidente da associação, todo primeiro bimestre do ano é marcado por um mercado fraco, devido ao feriado de carnaval, mercado interno lento e exportação em baixa, porém, no segundo bimestre, é esperado um aumento no emplacamento. 

Em conformidade com a ANFAVEA, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (ABEIFA) espera um aumento de 22% nas vendas de 2020, mesmo com a alta do dólar. O setor aguarda decisões do governo sobre uma possível redução na taxa de importação, hoje em 35% – que é o limite máximo imposto pela OMC.

Marcos Silva, presidente da Nissan no Brasil, também acredita no crescimento do mercado automotivo em 2020. “Estamos muito confiantes para 2020, assim como pensando em 2021 e 2022. Vi uma retomada do crescimento do mercado, que havia caído abruptamente desde 2012, mas é claro que essa retomada será muito lenta, mas acreditamos em um crescimento de quase dois dígitos neste ano”, comentou.

Sobre o Corona Vírus

De acordo com relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), o Covid-19 causará recessão econômica em alguns países, bem como a desaceleração do crescimento anual global abaixo de 2,5%. Entretanto, para Luiz Carlos Moraes “A epidemia pode impactar o fornecimento de auto-peças vindas da China e de países afetados, o que poderia abalar a cadeia das montadoras brasileiras, mas por enquanto a produção no Brasil se mantém inalterada”.

Potencializando o projeto de peças metálicas

#ProjetodePeças #Indústria #PeçasMetálicas

Hoje vamos conversar sobre quais softwares são essenciais na potencialização e otimização dos processos de desenvolvimento de peças metálicas para a indústria automobilística, de alimentos ou de componentes metálicos serializadas.

A equipe de engenharia responsável pela concepção, desenho, prototipação, teste e produção de novas peças metálicas possui um trabalho de alta complexidade intelectual e técnica pela frente. Sem os softwares corretos este caminho racional e lógico pode se tornar tortuoso, longo e de alto custo para o investidor ou sua indústria.

Nós vamos listar 4 softwares essenciais e iremos detalhar cada um deles em nossos artigos aqui no BLOG da Fupresa.

São eles:

  • –  Autocad (Projetos 2D e 3D)
  • –  Solidworks (2D e 3D – foco no setor automobilístico)
  • –  CNC (Sistema controlador de usinagem)
  • –  MAT LAB (cálculos de matrizes numéricas) Hoje vamos destacar o Autocad. Ele é o software mais tradicional da engenharia, sendo criado em 1982 e atualizado desde então. Hoje possui plataformas mobile e em nuvem, além da instalação direta no computador. O Autocad é um programa de desenho técnico avançada assistido. Ele possui inúmeras funções que auxiliam o engenheiro / projetista no planejamento e exceção de seu projeto, dentre elas: – desenho 2D ou 3D;
    – saída de impressão dos desenhos / esquemas;
    – saída de impressão 3D;
    – suporta plug-ins de renderização de imagem (3DMAX por exemplo); – possui ferramentas de planejamento de materiais e saída de folhas de especificações Além da sua grande flexibilidade, o programa conta com vantagens claras relativas à outros softwares, como capacidade de salvamento de arquivos em diversas mídias ou localmente no PC, visão 3D incorporada no desenho, organiza e suporte inúmeras revisão de projetos sem perda de histórico e sem retrabalho no desenho, tem alta velocidade de processamento de tarefas e alta precisão dimensional.

Bom você é engenheiro mecânico e ainda não explorou 100% este software? Mãos a obra, pois sua carreira vai agradecer.

FUPRESA 50 ANOS – Meio século de sucessos

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A Fupresa S/A recebeu em janeiro 2020, a homenagem do Banco Itaú por seu de meio século de trajetória de sucessos no ramo de fundição. A empresa, que foi fundada em dezembro de 1969, comemora neste ano de 2020, o aniversário de 50 anos de atividades, sendo uma das principais indústrias de fundição de precisão da América Latina, contando com uma história de confiabilidade, competitividade e tecnologia na fabricação de peças e componentes de precisão.

A empresa foi fundada em 1969, atuando inicialmente com a micro fundição de peças pelo processo convencional. No ano de 1980 houve o início de uma joint-venture com a norte-americana Hitchiner, formando-se então a empresa Fupresa-Hitchiner, período este que se estendeu até o ano de 1993, sendo fundamental para a troca de tecnologias entre as empresas e adoção do processo de microfusão por vácuo aspiração, o CGP (processo de vazamento por contra-gravidade). Com a evolução de sua atuação e reconhecimento de sua capacidade técnica, a Fupresa S/A inicia suas exportações no ano de 1986, expandindo sua atuação para as principais indústrias automobilísticas da Alemanha, Espanha, França e Polônia. As certificações de qualidade pelo sistema de qualidade ISO/9000 se deram em 1998 (ISO/9000), 2001 (ISO/9000) e 2004 (ISO/TS 16949 e ISO9000: 2000). Em 2010 dá-se inícios às exportações para os EUA e em seguida, para a Austria. Em 2018, a empresa recebe se certifica na IATF 16949. Hoje, coleciona inúmeros prêmios de qualidade de produto e fornecimento recebidos de clientes como Valeo, MWM, Volkswagen, Eaton, entre outros. A empresa se orgulha em produzir componentes em aço com alto nível de qualidade  e complexidade, para atender os mercados mais exigentes do mundo.

Após 50 anos de trabalho, a Fupresa S/A mantém sua visão focada na obtenção de reconhecimento nacional e internacional, por seu padrão de excelência empresarial, liderança nacional em volume de vendas e em tecnologia de processo e manufatura.

Grandes promessas para a economia em 2020.

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Reformas contribuem para a geração de empregos.

As reformas de cunho liberal, implementadas no decorrer de 2019, contribuem para um quadro de crescimento sólido, com aumento de investimentos, já que, promovem o equilíbrio fiscal e comedem os gastos públicos. O presidente da CNI afirma que “reformas que se destinam a modernizar os regimes trabalhistas, previdenciário e tributário, estão sedimentando o terreno para aumento de consumo, investimentos e produção”. Ele comenta também, que, é necessário continuar com esse cenário de transformações, visando alta no setor com a eliminação de impugnações que atravancam o investimento produtivo. 

A retomada da atividade econômica proporcionará também, o crescimento de vagas e a geração de empregos, com previsão de queda de 11,9% para 11,3% na média anual da taxa de desemprego. O desemprego no país, atinge hoje, cerca de 11,9 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o pesquisador Daniel Duque, da área de Economia Aplicada da FGV/Ibre, parte da melhora no emprego na área da indústria está ligada ao retorno, ainda que lento, dos investimentos.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apontaram para um crescimento de 2,3% na produção do setor no ano passado e estima-se, que, a alta continue devido à maior tendência de consumo e produção, apresentado por 2020.

Fontes: (G1) e (CNI- Confederação Nacional da Indústria – Portal da indústria)

Funcionalidade do produto para desenvolvimento do componente.

#Indústria #Desenvolvimento #Componente #Investimento #Funcionalidade

O correto entendimento da aplicação do produto somado à sua funcionalidade, é substancial para o desenvolvimento de um novo componente. Para isso, deve-se ter ciência do objetivo do produto, a temperatura na qual vai atuar, se vai haver contato com corrosão e suas dimensões a serem alcançadas. A microfusão deve ser baseada nessas questões para se obter os melhores produtos técnicos pelo preço mais favorável de produção. 

A escolha do material varia de acordo com sua aplicabilidade. Toda liga de aço tem suas próprias propriedades específicas, com base nessas propriedades é selecionado o metal adequado para a aplicação. 

A elasticidade do material determina a facilidade com que o comprimento pode mudar quando uma força é aplicada. Essa elasticidade diz respeito à uma deformação versátil. Isso significa que o material retorna à sua forma inicial quando o campo de força é removido.  

A dureza do material é a resistência que o material exibe contra deformações mecânicas. Portanto, determina em que medida um material pode sujeitar-se ao desgaste. 

O aço resistente à desgastes por fricção é um tipo de aço com alta resistência ao desgaste. A resistência de um produto ao desgaste por atrito ou impacto é obtida endurecendo o material. Logo um material com alta dureza provocará desgaste de um material com menor dureza. Contudo, não basta o material ser somente ductível, ele também precisa ser resistente para fornecer resistência contra impacto direto. No entanto, dureza por si só não é suficiente. O material também deve ser resistente para fornecer resistência contra impacto direto, para não quebrar quando for atingido direto.

A tenacidade de certo material refere-se à como ele quebra perante cargas mecânicas. A resistência pretendida de um material contra fraturas é resultado de sua resistência à esse impacto. Materiais resistentes têm um valor de impacto mais alto que materiais quebradiços. Essa condição depende da espessura da peça, da temperatura, da velocidade da deformação e da presença de cortes ou trincas.

FCA afirma investimento na casa dos bilhões de dólares no Brasil.

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No início do mês de novembro, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e a PSA Peugeot Citroën anunciaram o fechamento de um acordo para a fusão das duas companhias. O novo gigante do setor automobilístico já nasce com valor de mercado estimado em US$ 50 bilhões (cerca de R$ 200 bilhões) e será a quarta maior montadora do planeta, com quase 9 milhões de carros vendidos – ficando atrás apenas da Volkswagen da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e da Toyota.

Em comunicado oficial, as empresas afirmaram que “o plano para combinar os negócios resulta de intensas discussões entre a alta gestão das duas companhias” e que “ambas compartilham da convicção de que há lógica convincente para esse movimento ousado e decisivo.” Segundo a nota, o objetivo é “unificar forças para criar um líder mundial em uma nova era de mobilidade.”Um dos responsáveis por comandar essa potência será o engenheiro Antonio Filosa, presidente da FCA da América Latina. Mesmo com a crise assustando o setor, a FCA vendeu 5 milhões de veículos no ano passado em todo o mundo, com faturamento de € 115 bilhões (mais de R$ 550 bilhões), alta de 4% em relação a 2017. A FCA é líder do mercado brasileiro e celebra alta de cerca de 15% nas vendas de janeiro a outubro deste ano em relação a 2018 (foram quase 410 mil carros emplacados).

Até 2024, vai ser investido em torno de R$ 16 bilhões em operações da FCA no Brasil. Na própria fábrica de Pernambuco, onde se produz o Fiat Toro e os dois Jeep (Renegade e Compass), serão aplicados R$ 7,5 bilhões para modernizar ainda mais a planta e produzir um novo modelo Jeep, que será um SUV premium. A unidade em Pernambuco é a mais moderna entre as mais de cem fábricas da FCA em todo o mundo, além de ter gerado cerca de 15 mil empregos na região.

Dentro desses quatro anos, a FCA vai lançar cerca de 25 produtos, entre reestilizações e modelos novos. No Brasil, os SUVs são bastante aceitos e preferíveis, logo, já em 2021, três novos produtos nesse segmento, dois com o logotipo da Fiat e um da Jeep serão lançados. Esses projetos já estão em fase de desenvolvimento. E há estudos para incrementação nos modelos, de novos conteúdos tecnológicos e de motorização, como turbo e eletrificação.

A FCA também menciona a conectividade em relação à mobilidade, dizendo que o automóvel passará por grandes transformações nos próximos anos. “Não existirá mais aquele objeto que servia apenas para levar as pessoas de um local ao outro. Os carros serão como módulos móveis, utilizados como veículos, claro, mas dentro dos quais você poderá realizar coisas impensáveis há alguns anos, como, por exemplo, comprar o ingresso do cinema, fazer a reserva do restaurante, efetuar pagamentos bancários. O seu carro fará tudo o que você hoje faz no smartphone. Além de ser um meio de transporte, o automóvel será uma fonte de serviços ao usuário” menciona Antonio Filosa. 

Você sabe a diferença entre FUNDIDO x FORJADO?

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O ferro forjado é ferro comercial (aço corrente) que é basicamente uma liga ferro-carbônica com baixo teor em carbono e sem elementos de liga. O nome de ferro forjado deve-se ao facto de ser conformado a quente recorrendo a um aquecimento (por exemplo, numa forja). Depois de aquecido, pode ser martelado numa bigorna, tradicionalmente, ou em prensa para que se obtenha a forma pretendida.

O fundidos são compostos de liga de ferro-carbono-silício, com teores de carbono que variam acima de 2,5 % e 4,0% e silício 1,0% e 3,0%, em quantidade superior à que pode ser obtida em solução sólida na austenita, de modo a resultar na formação de grafita, na forma de veios (lamelas) ou nódulos (esferas). Eles possuem baixo ponto de fusão, então, utilizam menos energia em fornos e sua modelação é facilitada, além de preencher totalmente os vazios intrincados dos moldes. Essas características conduzem a um material barato e de versatilidade considerável para fins de projeto e produto

O forjamento é um processo de fabricação que envolve a formação de metais usando forças de compressão localizadas. Os golpes são feitos com um martelo (muitas vezes, um martelo de potência). No caso dos Forjados, a primeira forma é um lingote obtido na aciaria que são transformados em placas ou tarugos e depois, forjados no perfil em martelos e prensas. Entretanto, bastante usinagem é requerida até sua configuração final. Já no caso do processo de Fundição, o metal líquido é colocado em um molde, que contém a uma cavidade com a forma deseja. Após a solidificação, quando necessário, faz-se apenas algumas operações finais de usinagem. A parte solidificada é conhecida como peça fundida

No forjamento, para moldar o metal na forma desejada, são requeridos grandes esforços, pois, o metal está no estado sólido. Menciona-se também que, quanto maior a espessura original da parede, maior será a força de deformação necessária. Por outro lado, no processo de fundição, o metal parte do estado líquido preenchendo diretamente o molde até a forma desejada. No forjamento, o metal sólido é forçado na cavidade da matriz, na fundição o metal é vazado na cavidade do molde. O líquido preenche com facilidade e completamente a cavidade. 

As principais propriedades mecânicas de interesse pelos projetistas são: Resistência, Ductilidade e Dureza. Para aços fundidos se o componente é feito de uma liga padrão, as características estão informadas na especificação padrão. Se for feito de alguma outra liga especial os testes padronizados de tração fornecerão os valores. Muitas peças são fabricadas a partir de produtos laminados como barras ou chapas. Ambos, laminação e forjamento, têm propriedades direcionadas pelo processo de deformação. Tensão Limite de Resistência, o Alongamento Percentual e a Resistência ao Impacto diminuem na direção transversal ao eixo de laminação ou forjamento uma vez que os laminados e forjados são anisotrópicos, isto é, apresentam diferentes valores de propriedades para diferentes direções. No caso de ligas fundidas equivalentes a ductilidade e a resistência ao impacto se situam entre os valores longitudinais e transversais apresentados pelo forjado. No fundido o metal é isotrópico, apresentando propriedades similares em todas as direções. É importante salientar que as condições de serviço dos componentes devem ser cuidadosamente avaliadas. Se o carregamento for uniaxial (ao longo da seção longitudinal) o forjado apresenta boa vantagem, mas se o carregamento cresce em outra direção neste caso o forjado passa a ser um problema.

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Cenário Automotivo Brasileiro para 2020.

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Considerando uma situação macroeconômica com inflação estável, taxa de juros com viés de queda e o patamar do dólar representando baixo risco para as venda, as vendas de automóveis leves fecharão 2019 em acensão, em torno dos 2,84 milhões de emplacamentos e crescerão para 2,99 milhões em 2020. As reformas geram clima interno favorável para vendas.

Apesar do cenário econômico externo adverso, como o momento vivido pela Argentina, as montadoras e as indústrias de autopeças estão confiantes de que a produção automotiva brasileira continuará crescendo em 2020. Tal ascensão poderia ser ainda mais positivo, se não fossem tais riscos. Parte da expectativa positiva do setor é devido a reforma da previdência. O fator gera otimismo, fortalece a economia, e consequentemente, beneficia a situação das autopeças e montadoras.

Menciona-se também que, a melhoria do ambiente de negócios e o incentivo à inovação estão na pauta do governo, como a retomada de investimentos em infra-estrutura, com as concessões privadas de aeroportos, rodovias e portos. Além claro, da Rota 2030, que prevê um ambiente de estabilidade com incentivos fiscais para metas e investimento em programas de pesquisa e desenvolvimento. As metas definidas para o Rota 2030, terão contribuição essencial para a competitividade do ramo no ambiente global.