Dia do Automóvel: como peças microfundidas revolucionaram o segmento

Dia 13 de maio é o Dia do Automóvel – uma invenção que revolucionou o estilo de vida do mundo todo – mesmo daqueles que não possuem um veículo próprio.

Os automóveis de passeio estão presentes nas viagens a lazer, nas idas ao mercado, lojas e shoppings, na visita de entes queridos, na ida ao trabalho, entre outros usos particulares, mesmo que feitos através de táxis, veículos alugados ou de aplicativos.

O caminhão foi uma invenção que aumentou exponencialmente a distribuição de bens de consumo, desde produtos alimentícios como remédios, eletrodomésticos e vestuário, como insumos para a indústria de base.

Já o ônibus possibilitou o transporte de pessoas em massa, seja para colaborar com a mobilidade de centros urbanos, seja para cobrir grandes distâncias com maior segurança, conforto e economia.

Novos negócios e empregos surgiram: taxistas, motoristas de aplicativo ou de viações, mecânicos e serviços especializados de todo tipo – desde limpeza e reparo, até segurança e customização veicular.

Hoje, o acesso a todo e qualquer tipo de produto ou serviço tem relação com algum meio de transporte motorizado, já que está presente em toda a cadeia produtiva e de consumo.

A Fupresa atua como principal fornecedora de peças e componentes microfundidos para as mais conceituadas empresas fabricantes de veículos, produzindo com excelência as mais diversas soluções em ligas de aços microfundidos para motores, sistemas de exaustão, embreagens, carrocerias, caixas de câmbio e acionamentos.

Através do processo de microfusão CGP (vazamento por contra gravidade) se tornou possível obter peças de extrema qualidade e precisão, mesmo nos mais complexos projetos.

Com paredes mais finas, o peso dos componentes foi substancialmente diminuído, alinhado com os objetivos de aumento de eficiência dos veículos, como economia de combustível. Além disso, as peças microfundidas da atualidade são mais precisas, evitando danos causados por imperfeições e folgas. Portanto, a microfusão é um processo essencial à evolução dos veículos que conhecemos hoje.

A Fupresa atende o mercado microfusão para veículos leves, pesados e agrícolas, com vantagens exclusivas:

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SUVs: compactos, mas gigantes no mercado

Desde seu surgimento com a EcoSport, o segmento de SUVs tem conquistado o coração dos brasileiros e vem provando ser uma tendência não só no Brasil, como no mundo.

A Range Rover Evoque, grande sensação por seu design impecável, chamou a atenção do mundo todo e impulsionou ainda mais a procura por SUVs compactos. Mesmo quem não tem poder aquisitivo para uma Land Rover, busca algum modelo de carroceria similar, inspirado pela Evoque.

O lançamento mais recente da categoria foi o Fiat Pulse, anunciado no Big Brother Brasil e angariando milhares de vendas rapidamente. A próxima sensação será da Ferrari, que já prometeu revelar o primeiro SUV da marca em breve: o inédito e já famoso Purosangue.

É claro que por questões de gosto e necessidade, os outros tipos de carroceria não cairão em desuso. Porém, é certo que os SUVs vão permanecer por um bom tempo como preferidos, por sua beleza e praticidade.

Mulheres no volante: eventos automotivos de 2022 dão exemplo de diversidade

O retorno dos eventos automotivos não é a única novidade do segmento de 2022: as atrações como Fenatran, São Paulo Motor Experience e Salão Duas Rodas, conhecidas por atrair um público mais masculino, agora possuem potencial para se tornarem mais inclusivas.

Isso se deve a uma conquista histórica: pela primeira vez, os eventos organizados pela RX (antiga Reed Exhibitions) contam com lideranças femininas. São elas: Amanda Franza, na chefia da área de marketing do SPMXP e Salão Duas Rodas, Ana Paula Pinto, responsável pela Fenatran, e Mariana Souza, na gerência de marketing da Fenatran e Automec.

Por anos a fio, a presença de mulheres nestes espaços se resumiu a modelos sexys posando ao lado dos veículos. Mas isso vem mudando: na última edição, em 2018, marcas como Jeep, Fiat e Nissan introduziram recepcionistas de ambos os gêneros e com roupas mais compatíveis com as propostas apresentadas do que seus atributos físicos. Já a Ford optou por apenas apresentar os carros, sem modelos. Além disso, a SPMXP já conta com mais de 50% dos cargos de gestão ocupados por mulheres.

 “A transformação tem que ser de dentro para fora. Precisamos de mulheres pensando para mulheres. Por isso, vamos criar ações e experiências com foco também no público feminino, queremos um evento com mais equidade de gênero e que seja para toda a família.” – declarou Amanda Franza.

Além de a divulgação dos eventos estarem sendo direcionadas para ambos os gêneros, algumas experiências serão comandadas por mulheres, como a pista de drift, por exemplo.

Segundo a pesquisa Diversidade no Setor Automotivo da Automotive Business, 47% das empresas do segmento automotivo consideram o tema estratégico para seus negócios, contando com projetos estruturados de inclusão de mulheres e população negra, LGBTQI+ e portadores de deficiência.

Podemos esperar, então, a expansão de espaços igualitários nas montadoras, bem como eventos do setor.

Motor que roda com qualquer combustível? Confira a novidade da Cummins

Diesel, gasolina, etanol, hidrogênio – para o novo motor da Cummins, tudo é possível. De olho no futuro do mercado, a nova plataforma universal de motores é uma proposta inédita na indústria automobilística, com condições para atender todos os segmentos.

A aposta vai na contramão da tendência de eletrificação dos veículos automotores. Entretanto, enquanto os motores a combustão forem uma realidade, ainda existe espaço a se explorar. Por isso, além de proporcionar veículos multicombustíveis, a nova solução permite uma menor emissão de carbono, maior facilidade na fabricação e manutenção, diminuindo custos.

Como funciona o motor universal da Cummins

A novidade é diferente dos motores flex, onde o ajuste é automático.

Ela consiste em uma base comum – bloco, pistões, virabrequim, bielas e outras peças inferiores do motor são iguais em todos os modelos – e peças intercambiáveis – componentes localizados acima da junta do cabeçote são trocados de acordo com o combustível a ser utilizado.

Destinado em primeira instância para máquinas pesadas usadas na agricultura e construção, o motor traz um bloco de seis cilindros e um turbo de geometria variável capaz de entregar entre 155 a 326 CV. Caso tenha boa aceitação, o transporte rodoviário é o próximo a ser contemplado pela tecnologia.

É claro que para um projeto como esse rodar perfeitamente, é necessário contar com peças de extrema qualidade e precisão. Você sabia que a Fupresa atende o mercado de veículos leves, pesados e agrícolas, oferecendo componentes microfundidos para motor, transmissão e carroceria?

Através do processo de microfusão CGP (vazamento por contra gravidade) é possível executar projetos de alta complexidade com excelência. Confira as vantagens exclusivas Fupresa:

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BMW prevê sucesso do novo modelo iX no Brasil, mas ele não será elétrico

A BMW é líder do segmento premium pelo terceiro ano consecutivo no Brasil. Em 2021 a empresa teve 14.552 unidades emplacadas, 17% a mais em relação a 2020, e um em cada três veículos de luxo emplacados no país era um BMW.

A fabricante atribui o crescimento à modernização de sua rede de concessionários. A iniciativa partiu dos próprios revendedores, fazendo com que a BMW antecipasse em um ano o plano de renovação das lojas Retail Next, que começaria apenas em 2023. A ideia é oferecer um ambiente mais aconchegante e sofisticado, sem paredes que separam as diferentes áreas de uma concessionária e com um nível de requinte que faça jus aos produtos de uma marca premium.

Novo modelo da Marca

O novo modelo nacional iX não será elétrico “É claro que a produção local precisa atender as vendas do país e a demanda do mercado, mas ainda não existem planos de fabricar um veículo elétrico no país. Nossa produção é muito flexível, mas não há nada no momento”, comenta Aksel Krieger, CEO da BMW do Brasil.

A fabricante confia no sucesso de sua gama de modelos eletrificados para manter o bom desempenho neste ano. Segundo a empresa, 90% de seu portfólio de produtos contará com pelo menos uma versão elétrica nos próximos anos. No Brasil, a BMW foi uma das primeiras marcas a lançar um carro elétrico (o i3 estreou em 2014). Agora, a empresa aposta tanto no sucesso do iX que estima que, dos 800 veículos elétricos que a marca pretende vender no Brasil em 2022, metade desse volume seja do SUV.

Projeções indicam crescimento de vendas na indústria automotiva em 2022

Em 2021, os números de vendas no mercado de veículos leves e pesados revelados pela Anfavea foi de 2,12 milhões de unidades, sendo um avanço pequeno de apenas 3% em relação a 2020. Estima-se que no Brasil, 300 mil veículos deixaram de ser fabricados em 2021.

Só em 2025 a produção mundial voltará ao patamar de 2017: 95 milhões de unidades de veículos leves e cerca de 100 milhões, incluindo caminhões e ônibus, segundo a consultoria internacional BCG.

Os estoques em dezembro do ano passado continuaram baixos sendo de 16 dias somando-se pátios de concessionárias e fabricantes. Em tempos normais variam de 35 a 40 dias. Isso explica a dificuldade de encontrar modelos para pronta entrega. Contudo, este cenário resultou em muita procura por veículos seminovos e usados. O volume comercializado atingiu 11,675 milhões de veículos leves e pesados em 2021.

Quanto às vendas previstas para este ano, a Fenabrave espera aumento de 4,6%, mesmo com incertezas sobre o cenário econômico e político do país. A Anfavea tem melhores expectativas, de 8,5% de crescimento nas vendas.

No inicio deste ano o novo Citroën C3 estreia no Brasil. A Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE) persiste em forçar a mão nas suas estatísticas de vendas e a Stellantis já espera que a fábrica de Porto Real (RJ) passe a trabalhar com capacidade máxima.

Neste ano, lideranças automotivas devem aumentar o foco nas tarefas críticas

Em épocas de transformações violentas, é essencial focar nas ações que trarão resultados a nós, e sempre perceber para quem aquilo fará a diferença.

No livro The Long Game (O longo prazo) do escritor Dorie Clark, ele cita que: um estudo da consultoria McKinsey mostra que gastamos 28% do nosso tempo processando e-mails. Outro, da Atlassian Group, ressalta que executivos participam de 62 reuniões por mês, em média. O autor conclui que o trabalho que realmente cria valor e pelo qual somos avaliados é o que fazemos no tempo que sobra.

Muitas vezes trabalhamos no automático atendendo agendas que interessam a outros e não a nós mesmos, ocupados demais com nossos clientes ou com entregas que teremos que fazer. Inundados por calls, leitura e elaboração de relatórios, quase nos tornamos incapazes de escolher onde alocar os limitados recursos que temos.

Concentrar-se nas tarefas e compreender o que nossa empresa/área quer alcançar é uma forma de reverter essas situações e focar no essencial. Escolher que ações devemos tomar este mês/semana para avançar na direção desejada. Preparar planos que deixem claro para as equipes que temos um muitas coisas a fazer, mostrar claramente o caminho e como vamos percorrê-lo. Investir no que dá resultado e não no que aparece. Proteger a qualidade e o serviço ao cliente e valorizar, mais do que nunca, os funcionários que fazem o mesmo.

“Sobe e desce” no setor automotivo testa resiliência da cadeia de fornecedores

Mesmo frente às adversidades dos últimos 2 anos, provenientes dos severos obstáculos sofridos pelo mercado automotivo desde o início da pandemia, a Fupresa seguiu se ajustando às necessidades de seus clientes, seja reduzindo rapidamente a produção devido a cortes de pedidos, seja investindo para suprir a demanda crescente de alguns setores – com destaque para os clientes do segmento de caminhões.

O ano de 2022 começa com alguns pontos de interrogação:

  • Qual será o comportamento das demandas frente à continuidade da falta de insumos que ainda persiste na cadeia automotiva?
  • Como será a evolução e impacto da nova variante Ômicron?
  • Até onde vai a inflação?

Em tempos de instabilidade e imprevisibilidade, é fundamental focar na comunicação e transparência com clientes e fornecedores. Dessa forma, problemas maiores poderão ser evitados ou minimizados.

A indústria não pode parar e a Fupresa segue investindo todos seus esforços para contribuir cada vez mais com o mercado automotivo. Vamos em frente!

Chegada da Proconve L7 E P8 e saída dos carros mais populares do país

2022 começa com a chegada da Proconve L7 e P8, fases finais do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores para veículos leves e pesados, respectivamente.

O programa, criado em 1986 pelo Conama com o intuito de promover a conscientização sobre o impacto de automotores na poluição atmosférica, busca impulsionar a pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias que tornem tanto as características técnicas dos combustíveis disponíveis, quanto a engenharia automobilística e a medição de poluentes mais eficazes e sustentáveis.

As crescentes exigências sobre os limites máximos de emissão de poluentes exercem pressão nas montadoras contra a obsolescência dos veículos. Porém, alguns modelos inevitavelmente acabam estrangulados – acaba não valendo a pena para as empresas investir na adequação tecnológica.

Como em 2022 as regras incluem não somente o controle do escapamento, mas também outras fontes de emissão, além de se utilizar de novos parâmetros, as fábricas fizeram altos investimentos para finalizar 2021 dentro dos requisitos, mas também anunciaram o fim de linhas famosas como o Fiat Uno e o Renault Sandero.

Com a crescente estratégia das montadoras de aumentar o ticket médio para equilibrar a balança comercial abalada por conta da crise de semicondutores, a saída da maioria dos carros populares e de versão standart promete turbulências na mobilidade urbana de 2022.

Carro permanece em alta mesmo com a queda no desejo em possuir um

Principalmente em grandes centros, onde existem mais alternativas de mobilidade, o desejo em possuir um veículo é cada vez menor. Os altos custos de manutenção, abastecimento e estacionamento são motivos suficientes para muitos usuários não enxergarem necessidade de posse. Entretanto, o carro continua em alta, podendo ser utilizado de variadas formas.

Com o surgimento e otimização de aplicativos de transporte como a Uber, novos horizontes se abriram para a mobilidade urbana. A assinatura de veículos é um modal com forte tendência para o Brasil, mas não é a única: vem chegando o carsharing, onde são disponibilizados pela cidade pontos com veículos elétricos que podem ser utilizados e devolvidos no mesmo local (round trip) ou em pontos diferentes (one way trip).

Por sofrer grande desvalorização no decorrer do tempo, as novas maneiras de usufruir de um veículo se mostram muito vantajosas – talvez até mesmo para motoristas profissionais.