Funcionalidade do produto para desenvolvimento do componente.

#Indústria #Desenvolvimento #Componente #Investimento #Funcionalidade

O correto entendimento da aplicação do produto somado à sua funcionalidade, é substancial para o desenvolvimento de um novo componente. Para isso, deve-se ter ciência do objetivo do produto, a temperatura na qual vai atuar, se vai haver contato com corrosão e suas dimensões a serem alcançadas. A microfusão deve ser baseada nessas questões para se obter os melhores produtos técnicos pelo preço mais favorável de produção. 

A escolha do material varia de acordo com sua aplicabilidade. Toda liga de aço tem suas próprias propriedades específicas, com base nessas propriedades é selecionado o metal adequado para a aplicação. 

A elasticidade do material determina a facilidade com que o comprimento pode mudar quando uma força é aplicada. Essa elasticidade diz respeito à uma deformação versátil. Isso significa que o material retorna à sua forma inicial quando o campo de força é removido.  

A dureza do material é a resistência que o material exibe contra deformações mecânicas. Portanto, determina em que medida um material pode sujeitar-se ao desgaste. 

O aço resistente à desgastes por fricção é um tipo de aço com alta resistência ao desgaste. A resistência de um produto ao desgaste por atrito ou impacto é obtida endurecendo o material. Logo um material com alta dureza provocará desgaste de um material com menor dureza. Contudo, não basta o material ser somente ductível, ele também precisa ser resistente para fornecer resistência contra impacto direto. No entanto, dureza por si só não é suficiente. O material também deve ser resistente para fornecer resistência contra impacto direto, para não quebrar quando for atingido direto.

A tenacidade de certo material refere-se à como ele quebra perante cargas mecânicas. A resistência pretendida de um material contra fraturas é resultado de sua resistência à esse impacto. Materiais resistentes têm um valor de impacto mais alto que materiais quebradiços. Essa condição depende da espessura da peça, da temperatura, da velocidade da deformação e da presença de cortes ou trincas.

FCA afirma investimento na casa dos bilhões de dólares no Brasil.

#Indústria #Investimento #Fiat #Peugeot #Carros

No início do mês de novembro, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e a PSA Peugeot Citroën anunciaram o fechamento de um acordo para a fusão das duas companhias. O novo gigante do setor automobilístico já nasce com valor de mercado estimado em US$ 50 bilhões (cerca de R$ 200 bilhões) e será a quarta maior montadora do planeta, com quase 9 milhões de carros vendidos – ficando atrás apenas da Volkswagen da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e da Toyota.

Em comunicado oficial, as empresas afirmaram que “o plano para combinar os negócios resulta de intensas discussões entre a alta gestão das duas companhias” e que “ambas compartilham da convicção de que há lógica convincente para esse movimento ousado e decisivo.” Segundo a nota, o objetivo é “unificar forças para criar um líder mundial em uma nova era de mobilidade.”Um dos responsáveis por comandar essa potência será o engenheiro Antonio Filosa, presidente da FCA da América Latina. Mesmo com a crise assustando o setor, a FCA vendeu 5 milhões de veículos no ano passado em todo o mundo, com faturamento de € 115 bilhões (mais de R$ 550 bilhões), alta de 4% em relação a 2017. A FCA é líder do mercado brasileiro e celebra alta de cerca de 15% nas vendas de janeiro a outubro deste ano em relação a 2018 (foram quase 410 mil carros emplacados).

Até 2024, vai ser investido em torno de R$ 16 bilhões em operações da FCA no Brasil. Na própria fábrica de Pernambuco, onde se produz o Fiat Toro e os dois Jeep (Renegade e Compass), serão aplicados R$ 7,5 bilhões para modernizar ainda mais a planta e produzir um novo modelo Jeep, que será um SUV premium. A unidade em Pernambuco é a mais moderna entre as mais de cem fábricas da FCA em todo o mundo, além de ter gerado cerca de 15 mil empregos na região.

Dentro desses quatro anos, a FCA vai lançar cerca de 25 produtos, entre reestilizações e modelos novos. No Brasil, os SUVs são bastante aceitos e preferíveis, logo, já em 2021, três novos produtos nesse segmento, dois com o logotipo da Fiat e um da Jeep serão lançados. Esses projetos já estão em fase de desenvolvimento. E há estudos para incrementação nos modelos, de novos conteúdos tecnológicos e de motorização, como turbo e eletrificação.

A FCA também menciona a conectividade em relação à mobilidade, dizendo que o automóvel passará por grandes transformações nos próximos anos. “Não existirá mais aquele objeto que servia apenas para levar as pessoas de um local ao outro. Os carros serão como módulos móveis, utilizados como veículos, claro, mas dentro dos quais você poderá realizar coisas impensáveis há alguns anos, como, por exemplo, comprar o ingresso do cinema, fazer a reserva do restaurante, efetuar pagamentos bancários. O seu carro fará tudo o que você hoje faz no smartphone. Além de ser um meio de transporte, o automóvel será uma fonte de serviços ao usuário” menciona Antonio Filosa.