Economia para o mercado automotivo em 2020

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A recuperação da economia e, consequentemente, de emprego e renda, deve aumentar a confiança do consumidor para a compra de um carro ou uma moto. O mercado automotivo tem sinais otimistas no início do ano com a perspectiva de crescimento, com a taxa de juros mais baixa e maior disposição dos bancos na oferta de crédito. Uma pesquisa feita na Webmotors, indica que 88% dos usuários pretendem trocar de carro esse ano, e 93$% do público que ainda não possuiu veículo, almeja adquirir um em 2020. 

O primeiro bimestre deste ano apresentou retração em relação ao ano anterior, afirma a ANFAVEA (Associação Nacional dos. Fabricantes de Veículos Automotores), com somente 58 mil veículos vendidos no Brasil. Entretanto, segundo Luis Carlos Moraes, presidente da associação, todo primeiro bimestre do ano é marcado por um mercado fraco, devido ao feriado de carnaval, mercado interno lento e exportação em baixa, porém, no segundo bimestre, é esperado um aumento no emplacamento. 

Em conformidade com a ANFAVEA, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (ABEIFA) espera um aumento de 22% nas vendas de 2020, mesmo com a alta do dólar. O setor aguarda decisões do governo sobre uma possível redução na taxa de importação, hoje em 35% – que é o limite máximo imposto pela OMC.

Marcos Silva, presidente da Nissan no Brasil, também acredita no crescimento do mercado automotivo em 2020. “Estamos muito confiantes para 2020, assim como pensando em 2021 e 2022. Vi uma retomada do crescimento do mercado, que havia caído abruptamente desde 2012, mas é claro que essa retomada será muito lenta, mas acreditamos em um crescimento de quase dois dígitos neste ano”, comentou.

Sobre o Corona Vírus

De acordo com relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), o Covid-19 causará recessão econômica em alguns países, bem como a desaceleração do crescimento anual global abaixo de 2,5%. Entretanto, para Luiz Carlos Moraes “A epidemia pode impactar o fornecimento de auto-peças vindas da China e de países afetados, o que poderia abalar a cadeia das montadoras brasileiras, mas por enquanto a produção no Brasil se mantém inalterada”.

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