Como será o futuro da mobilidade?

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

Há mais de três décadas que sistemas eletrônicos são desenvolvidos e aprimorados, e com isso, motores automotivos vem sendo evoluídos de acordo com as crescentes exigências dos clientes e legisladores. Muito se discute sobre o tema, já que a digitalização e a conectividade estão em alta no ramo.

A busca por eficiência é resultado do trabalho árduo de profissionais com diferentes formações técnicas, como mecânicos, químicos, eletroeletrônicos, especialistas em materiais, computação, processamento de dados e entre outros. Para esses profissionais, o exercício é complexo. Portanto, é necessário passos adicionais na capacitação, já que os veículos caminham para um nível avançado de integração das diversas áreas. Se faz importante então, aquele que tem visão estratégica das inter-relações do sistema, envolvendo big data e IoT.

É de interesse das organizações que se fazem presentes na cadeia, investirem nessa mão de obra dinâmica, a fim de buscar seu lugar atualizado no mercado.

Além do aperfeiçoamento da inteligência tecnológica em prol da satisfação e agilidade da experiência do cliente, nota-se também a tendência por modelos de mobilidade compartilhada. Então, vê-se que as empresas que querem estar de acordo com as linhas que o mercado está traçando, precisam se adaptar e criar alternativas que englobem a promessa do futuro próximo.

Contudo, para alcançar a prestabilidade é imprescindível abraçar as inclinações atualizadas da sociedade. E é dessa maneira que vamos sofisticando e evoluindo como instituições.

Os carros elétricos e a problemática das baterias a base de metais

#Carros #Elétricos #Indústria #Automotores

Os carros elétricos são a nova aposta ecológica da sociedade contemporânea. Para unir sustentabilidade e eficiência, diversas montadoras estão buscando resoluções para aumentar a capacidade das baterias dos veículos, sem prejudicar o custo de tal. A Volkswagen por exemplo, anunciou que vai mudar as células de sua bateria, aumentando a quantidade de Níquel.

Atualmente, as baterias são compostas por 65% de níquel, 15% de cobalto e 20% de manganês. Segundo Frank Blome, chefe de células de bateria da montadora, a partir do próximo ano, as baterias serão compostas por 80% de níquel, 10% de cobalto e 10% de manganês.

Entretanto, a exploração desses componentes remete a conflitos sobre o impacto da mineração no meio ambiente. O que é um tanto quanto preocupante no ramo. Além disso, a dependência das marcas sobre o cobalto e o níquel acarreta mais custos à produção, já que são caros devido seu complexo processo de extração.

Com isso, a Contemporary Amperex Technology (CATL), maior fabricante de baterias para veículos elétricos no mundo, estuda um novo tipo de bateria que dispensa o uso de níquel e cobalto, disse Meng Xiangfeng, executivo sênior da companhia, durante evento virtual. O representante mencionou que as novas baterias não incluirão metais caros, como os mencionados nos primeiros parágrafos.

Em julho, a Panasonic, também fornecedora da Tesla, revelou planos de desenvolver soluções livres do minério em até três anos.

A tendência é que esse pensamento se difunda entre as marcas e seus fornecedores.

Parceria entre CPFL e Volkswagen Caminhões e Ônibus

#Volkswagen #CPFL #Indústria #Automotores

Com a criação de um laboratório de mobilidade elétrica em Indaiatuba (SP), a CPFL e a Volkswagen Caminhões e Ônibus firmam parceria na área de mobilidade elétrica no Brasil, apoiado no programa de pesquisa e desenvolvimento da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).  A colaboração entre as empresas é focada para substituir 100% da frota de veículos operacionais por seus equivalentes elétricos e do desenvolvimento de um sistema inteligente de recarga para veículos.

“Até 2024 a empresa tem planos de investir mais de R$ 96 milhões em projetos para fomentar a mobilidade elétrica no Brasil por meio de projetos de pesquisa e desenvolvimento fomentados pela Aneel e o projeto de Indaiatuba em parceria com a VW Caminhões e Ônibus faz parte desta iniciativa”, afirma Renato Povia, diretor de estratégia e inovação da CPFL.

“A eletromobilidade é um dos pilares do Grupo Traton, do qual faz parte a VW Caminhões e Ônibus. Por isso somamos forças para tornar viável a produção e aplicação dos primeiros caminhões elétricos desenvolvidos e feitos no Brasil”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da VWCO.

O projeto também soma outras empresas e seus expertises à sua concepção, como Siemens, Senai Cimatec.