Os carros elétricos e a problemática das baterias a base de metais

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Os carros elétricos são a nova aposta ecológica da sociedade contemporânea. Para unir sustentabilidade e eficiência, diversas montadoras estão buscando resoluções para aumentar a capacidade das baterias dos veículos, sem prejudicar o custo de tal. A Volkswagen por exemplo, anunciou que vai mudar as células de sua bateria, aumentando a quantidade de Níquel.

Atualmente, as baterias são compostas por 65% de níquel, 15% de cobalto e 20% de manganês. Segundo Frank Blome, chefe de células de bateria da montadora, a partir do próximo ano, as baterias serão compostas por 80% de níquel, 10% de cobalto e 10% de manganês.

Entretanto, a exploração desses componentes remete a conflitos sobre o impacto da mineração no meio ambiente. O que é um tanto quanto preocupante no ramo. Além disso, a dependência das marcas sobre o cobalto e o níquel acarreta mais custos à produção, já que são caros devido seu complexo processo de extração.

Com isso, a Contemporary Amperex Technology (CATL), maior fabricante de baterias para veículos elétricos no mundo, estuda um novo tipo de bateria que dispensa o uso de níquel e cobalto, disse Meng Xiangfeng, executivo sênior da companhia, durante evento virtual. O representante mencionou que as novas baterias não incluirão metais caros, como os mencionados nos primeiros parágrafos.

Em julho, a Panasonic, também fornecedora da Tesla, revelou planos de desenvolver soluções livres do minério em até três anos.

A tendência é que esse pensamento se difunda entre as marcas e seus fornecedores.

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