“Os automóveis particulares vão acabar?

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Ousa quem fala que no Brasil o automóvel tem data de validade, pautado nas tendências de transporte público e até mesmo no encarecimento do carro. Hoje, falaremos sobre como o país recebe esse mercado e como lidará com ele no futuro.

Segundo uma pesquisa realizada pelo DENATRAN, o número de carros não para de crescer no país. Com o aumento da frota, o Brasil já tem um automóvel para cada 4,4 habitantes. Há 10 anos atrás, a proporção era de 7,4 habitantes por carro. Contudo, se comparado à países desenvolvidos, ficamos para trás: Nos Estados Unidos, há 1,2 habitante para cada carro em circulação; e na Alemanha tem 1,7 habitante/carro.

Mesmo estando atrasado perante às outras nações, vemos que o brasileiro tem uma relação positiva com o automóvel. Segundo uma pesquisa realizada pela Quatro Rodas, 73% dos participantes afirmaram que automóvel significa liberdade e 57% de que carro é uma paixão. Nas frases negativas, 82% discordavam de que nunca mais andariam de carro se pudessem abrir mão.

Portanto, nega-se as notícias que o carro perderá sua popularidade aqui.

Além disso, para abrir mão do automóvel, é necessário substituir a capacidade de mobilidade que ele proporciona por outro modal. Analisemos o transporte público no Brasil: Apesar de ser efetivo na grande São Paulo, ainda não comporta toda a população. Já quando olhamos para as cidades do interior, é quase impossível visualizar um transporte coletivo que abrace e conecte todas as pequenas regiões de modo concreto, como no caso dos automóveis particulares.

Em consonância ao tema do transporte público coletivo, o automóvel particular ainda é uma ferramenta de status social no Brasil. Aos olhos de muitos, quem usa transporte público é pobre.

Por dentre esses e muitos outros motivos, não espere a decadência da venda e uso dos carros próprios, por pelo menos 10 a 20 anos.

E você, o que acha desse tema?

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