2028 é a nova promessa para veículos voadores

Foi lançada a nova expectativa da chegada de carros voadores: 2028. Esta tecnologia é uma promessa à humanidade há tempos. Será que estamos perto de obtê-la?

A Hyundai e a Uber Elevate estão em parceria no desenvolvimento de veículos voadores. Segundo o vice-presidente da montadora, Ricardo Augusto Martins, eles apostam no transporte aéreo “como solução ainda mais inteligente para as cidades e sustentável para o meio ambiente”.

Numa declaração durante o Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (Simea) 2021, realizado pela Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Martins revelou que a Hyundai vem acompanhando o avanço da sociedade e tecnologias, e que, com a saturação do mercado automotivo em iminência, somente a inovação do conceito de mobilidade poderá solucionar e suprir a sociedade e o ecossistema.

A companhia acredita na sociedade 5.0, um conceito que busca a tecnologia como meio de melhoria de vida das pessoas e maior inclusão. Dentro deste contexto, a proposta tem como base o desenvolvimento de eVTOLS (veículos elétricos com decolagem e aterragem vertical), mas que também demanda que as cidades tenham legislação e infraestrutura compatíveis com a tecnologia.

Segundo William Chernicoff, gerente sênior de pesquisa global e inovação da Toyota, para garantir que o conceito da sociedade 5.0 seja aplicado, é necessário pensar em soluções universais que sirvam também para a população de áreas suburbanas e rurais, há anos abandonadas pela tecnologia. Para William, o desafio é grande: “Temos de reconhecer que os veículos eram pensados de forma diferente e agora precisamos reinventar as soluções de mobilidade para serem mais resilientes e igualitárias a partir de novas tecnologias, big data e inteligência artificial.”

A expectativa da Hyundai para o lançamento em 2028 parece muito promissora, porém, será que 7 anos serão suficientes para o desenvolvimento de uma inovação de tal complexidade?

Microfusão CGP – fundição inteligente para o seu negócio.

Sendo o processo de fundição mais antigo que se tem conhecimento, a microfusão vem sendo aperfeiçoada desde a Era do Bronze, há cerca de 4000 anos A.C. Atualmente, é vista como uma maneira econômica para a fabricação componentes metálicos que exigem alta precisão dimensional e/ou acabamento impecável, onde as operações de usinagem são reduzidas ou eliminadas.

Na Fupresa, é adotado o processo de microfusão CGP (vazamento por contra gravidade), que se diferencia de outros métodos por proporcionar a fabricação de peças complexas, permitindo ao idealizador do projeto maior liberdade de criação e design, além de contar com elevada qualidade de replicação. Veja algumas vantagens:

  • Permite paredes extremamente finas (a partir de 1mm);
  • Possibilita adoção de formas geométricas complexas;
  • Redução da necessidade de usinagem;
  • Peças com maior resistência e durabilidade;
  • Aumento do número de peças por molde;
  • Melhor aproveitamento do metal vazado;
  • Economia substancial de energia;
  • Fundição de alta precisão dimensional;
  • Economia final na aplicação das peças.

Para obter estes resultados, o projeto é executado através de 11 rigorosas e refinadas etapas:

  • Usinagem de moldes de injeção
  • Modelos de cera
  • Árvore de cera
  • Moldagem cerâmica
  • Deceragem
  • Calcinação
  • Elaboração da liga metálica
  • Vazamento CGP
  • Desmoldagem
  • Usinagem
  • Inspeção final

Quer saber mais sobre cada etapa? [Clique aqui para ver o fluxograma explicativo]