O Talibã pode balançar o mercado de carros elétricos

Muito tem se falado sobre o Afeganistão nos últimos dias por conta do retorno do Talibã – grupo extremista anteriormente deposto pelo exército americano, que está causando um desequilíbrio geopolítico e humanitário grave.

Por possuir reservas minerais – entre elas, o lítio usado nas baterias – que somadas representam um montante de US$ 1 trilhão, surgiu o questionamento sobre como (e se) ocorrerão as exportações do material.

Apesar de a China ser a maior produtora mundial de lítio, a crescente tendência para carros elétricos pressupõe um aumento na demanda do metal – segundo a Agência de Energia Internacional, será uma alta no consumo de lítio de 40% até 2040.

A preocupação consiste na abertura para negócios no longo prazo, uma vez que os países Chile, Austrália e Argentina também possuem grandes reservas do metal.

No encalço deste tema, foi anunciada recentemente a produção australiana dos primeiros protótipos comerciais de baterias de íons de alumínio – uma opção muito mais sustentável e de matéria prima abundante.

Resta acompanhar atentamente quais serão os próximos eventos que irão interferir na balança do mercado.

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