Novo Peugeot 208

#2020 #Peugeot208 #Indústria #Automotores

A Peugeot do Brasil anunciou o primeiro teaser da nova geração do modelo compacto, o 208, que será produzido na Argentina. O veículo vai ser o primeiro a ser feito sobre a nova plataforma modular do grupo PSA, a CMP – Commom Modular Platform. Segundo o comunicado concedido pela montadora, o modelo contará com um equipamento 3D chamado i-Cockpit, em que fornecerá informações para o motorista, através de imagens em três dimensões. A tecnologia oferece cinco modos de visualização, sendo dois personalizáveis, de acordo com as preferências do condutor.

Destaca-se também, que, as suspensões passaram por adaptações, com cerca de 10 mm de elevação, bem como a calibração dos sistemas. O motor 1.6 EC5 também teve que ser modificado, com novos suportes e novo cárter de óleo.

Já em seu interior, os bancos contam com revestimento Alcantara original na versão de topo, sistema multimídia com Apple, CarPlay e Android Auto e o painel 3D já mencionado. Além de partida por botão, ar condicionado digital e câmbio automático. O carro promete ser o mais moderno de sua categoria.

A versão elétrica do carro será importada da França e vendida como GT-Line. O modelo no Brasil se chamará 208 e-GT e seu lançamento será simultâneo às demais versões.

Volvo supera Audi no primeiro semestre de 2020

#Volvo #Audi #Indústria #Automotores

A Volvo Cars encerrou o primeiro semestre de 2020 à frente da Audi em números de emplacamento. Foram 2.690 unidades emplacadas no período, o que garante o terceiro lugar entre as marcas do segmento premium, ficando atrás somente da BMW (com 4.497 unidades) e Mercedes Benz (3.114).

“Vamos batalhar pela segunda posição no segundo semestre. A diferença que nos separa da Mercedes é semelhante à vantagem que a Audi tinha sobre a Volvo no primeiro semestre do ano passado”, recorda o diretor geral de operações da Volvo Cars, João Oliveira.

O bom desempenho  se deus graças aos utilitários XC40 e XC60, que foram lançados há mais de dois anos no Brasil e o primeiro, recebeu uma opção híbrida logo no início do ano.

 “Em volume, são mesmo estes dois modelos que vão nos ajudar nessa busca pelo segundo lugar”, diz Oliveira.


Apesar de contar com a crise econômica que o país está passando, o diretor da empresa acredita ainda, que o ano irá se encerrar com números positivos. Esse alcance se dá por meio das vendas de carros híbridos e 100% elétricos no país. 

 “A marca vem investindo para apresentar seus produtos eletrificados ao consumidor, instalou quase 300 eletropostos e fez um esforço de comunicação muito grande”, afirma Oliveira. Considerando o mercado total de híbridos no País, a fatia da Volvo é de 14%.

Os investimentos e a nova divisão interna da Volkswagen

#Volkswagen #Investimentos #Indústria #Automotores

O Grupo Volkswagen promete investir mais de €7 bilhões no desenvolvimento de softwares e tecnologias embarcadas em seus veículos nos próximos anos. Com a nova divisão interna do grupo, chamada Car.Software, a montadora quer elevar a participação ativa das tecnologias desenvolvidas, preservando seu domínio por elas. “Até 2025, queremos aumentar para 60% a parcela de softwares com desenvolvimento próprio. Atualmente essa proporção é inferior a 10%”, afirma o CEO da Car.Software, Christian Senger. 

O grupo visa manter esse controle de toda a arquitetura do veículo – sobretudo os eletrônicos – para preservar as informações que serão compartilhadas quando o desenvolvimento de seus produtos tiverem a participação de outras empresas. Para o CEO, essa seria o único jeito de garantir a competitividade em longo prazo. Também acredita que esse esforço vale a pena por causa do grande volume de vendas de todo o grupo (11 milhões de unidades em 2019). A produção em grande escala permitirá amortizar os custos de desenvolvimento. 

Christian também menciona que um dos grandes diferenciais da marca é saber lidar com toda a complexidade do automóvel, desde sua fabricação até o desenvolvimento dos softwares necessários. Um de seus objetivos, é criar um sistema operacional padronizado para as marcas do grupo. A nova eletrônica permitirá atualizações e serviços de software na nuvem para que os motoristas possam baixar novos produtos e atualizações digitais a qualquer momento. 

Setor de máquinas agrícolas cresce em meio às paralisações

#MáquinasAgrícolas #Paralisação #COVID19

A indústria automotiva continua sofrendo os impactos da pandemia, que se iniciou na China, em janeiro. O país asiático é o maior mercado de veículos do globo e também um importante fornecedor de autopeças, o que ocasionou em uma ruptura considerável na importação de peças de outros países. Devido às medidas de presenças tomadas pelo país asiático, a produção chinesa pôde ser retomada em março, enquanto começavam as paralisações na Europa e Américas. 

Contudo, no Brasil, a venda de máquinas agrícolas e rodoviárias conseguiu registrar um crescimento dentro desses cinco meses de instabilidade, ao contrário do que verificou-se com os demais segmentos da indústria. “Embora não seja um crescimento tão claro porque se trata do repasse das fábricas para as concessionárias e não para o consumidor final, também é verdade que este é o maior acumulado para o período desde 2017”, afirma o vice-presidente da Anfavea, Alfredo Miguel Neto.

O setor é movido pela produção de grãos e consumo de carne bovina, suína e aves. A CONAB destaca que, apesar do impacto causado por problemas climáticos na região Sul, a produção de soja e milho devem apresentar record de produção. “Esperamos agora pelo anúncio do Plano Safra, que deve ocorrer no dia 15 deste mês”, recorda Miguel Neto.

Ele também ressalta que o crescimento nas vendas do setor até o fim do ano dependerá de um Plano Safra com juros alinhados à taxa Selic e do total de crédito suficiente por um ano inteiro para Pronaf, Pronamp e Moderfrota, além da ativação rápida das linhas de crédito.

Home Office e digitalização são as novas apostas para o setor automotivo.

#Digitalização #HomeOffice #COVID19

Uma série de empresas do ramo automotivo aderiram a transformação no modo de trabalhar e produzir, o chamado Home Office. A flexibilização da jornada e o exercício remoto vieram para permanecer pós covid19, pelo menos em partes. Segundo uma pesquisa realizada pela revista Automotive Business, em parceria com a Roland Berger, mais da metade dos entrevistados (51,3%) disseram que trabalhar de casa tem se traduzido em melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Parcela de 42,2% notaram aumento da produtividade trabalhando de casa e 51,3% afirmaram que a adoção de políticas de trabalho remoto será o principal legado da crise atual.

Entretanto, 53,7% dos respondentes do Termômetro do Setor Automotivo disseram que as empresas em que trabalham não tinham nenhuma política de home office até então. Portanto, a partir dessa análise vê-se que é necessário que as empresa pensem em meios de ensinar e orientar seus trabalhadores para lidarem com as inovações tecnológicas que estão sendo essenciais nesse momento. 

O modelo de trabalho remoto chegou ao Brasil recentemente, na bagagem das empresas multinacionais e embalado como benefício no pacote de horários flexíveis. Estima-se que a solução esteja presente na vida de 31,2% das empresas brasileiras, contudo, como esse dado foi concluído antes da crise de CoronaVírus, espera-se que esse número seja ainda maior. Visto que, muitas companhias aderiram ao modelo de trabalho como alternativa para não pararem.

Flexibilidade, ausência de engarrafamentos, ônibus lotados e entre outras vantagens fazem do escritório em casa uma ótima opção para os novos tempos. Depois da ascensão da internet podemos dizer que o mundo mudou e para as instituições continuarem exercendo suas atividades, terão que se adaptar aos novos tempos. 

Intel compra Moovit por R$900 milhões.

#Intel #Moovit #Automação

A Intel anunciou a compra da Moovit, empresa líder em soluções de Mobilidade como Serviço (MaaS). A organização ficou conhecida em 2012 quando criou o aplicativo Moovit gratuito para Android e iOS. O aplicativo reúne informações oficiais das autoridades e operadores de transporte público junto aos dados da comunidade Moovit para oferecer a melhor rota em tempo real para o usuário. Segundo a empresa de tecnologia Intel, o objetivo da compra é a complementariedade de dois negócios: a Moovit e a Mobileye – a segunda, é uma empresa pertencente à Inter especializada em sistemas de sensores e câmeras que permitem aos veículos enxergar e traçar cenários. 

A Intel já era uma das principais financiadoras da Moovit, que cresceu em um núcleo de startups voltadas à mobilidade urbana, e ambas trabalhavam juntas desde 2018, entretanto, agora, com os algoritmos da startup usados na análise de tráfego, o ADAS da Mobileye ficará mais preciso, permitindo a redução do trânsito” – segundo o CEO da Intel Bob Swan. “A tecnologia da Mobileye já contribui para melhorar a segurança de milhões de carros nas estradas e a Moovit acelera a habilidade de revolucionar o transporte ao reduzir congestionamentos e salvar vidas” – afirma Swan sobre a congregação das empresas.

Em comunicado, a companhia aponta que, com a compra, poderá oferecer soluções completas de mobilidade para veículos autoguiados. A organização estima que este mercado chegará a R$160 bilhões em 2030

Mesmo com o cenário econômico não sendo tão vantajoso para os negócios, a companhia afirma que sua estratégia está sendo investir e expandir seus negócios enquanto concorrentes recuam, permitindo-lhe assumir a dianteira quando a pandemia passar. 

COVID-19 e os impactos nas montadoras Brasileiras.

#COVID-19 #Indústria #Montadoras

Montadoras de veículos se pronunciaram referente à situação do avanço do COVID-19, que até segunda feira,16, registrava mais de 230 casos confirmados no Brasil. Muitas fabricas, como General Motors, FCA Fiat Chrysler, Renault e Mercedes-Benz; já adotaram o sistema de Home Office para as áreas administrativas das quais é possível esse trabalho. A produção segue dentro da normalidade, porém, com algumas medidas de prevenção a fim de conter a pandemia e preservar a saúde dos funcionários e de seus familiares. 

Para as empresas que decidiram por continuar o trabalho nos escritórios, recomenda-se aos funcionários, que evitem reuniões em grupos e utilizem – e intensifiquem – os meios digitais para a comunicação, tais como video conferência, email, plataformas de mensagens instantâneas e ligações telefônicas. As montadoras também estão reforçando os serviços de higienização dos locais laborais, além de informar aos seus funcionários sobre as medidas de cunho particular, como evitar contato físico e manter distância mínima de um metro, além de higienizar as mão várias vezes ao dia e usar álcool em gel frequentemente. 

As viagens internacionais já foram suspendidas por muitas empresas, como a Toyota, que cancelou todas as viagens para a China, Taiwan, Coreia do Sul, Itália, Irã, França, Alemanha, Espanha, Japão e Estados Unidos. 

A Volvo informou a seus funcionários que antecipará a vacina interna contra a gripe, a fim de facilitar o diagnóstico em caso de outras viroses e doenças. 

As demais empresas de origem sul-coreana, confirmam que não há risco de falta de peças importadas neste momento.

As recomendações segundo a OMS são: lavar as mãos com sabonete e água e usar álcool em gel sempre que possível, cobrir o nariz e a boca sempre que espirrar ou tossir, evitar aglomerações (locais com mais de 50 pessoas), manter os ambientes bem ventilados, não compartilhar objetos de uso pessoais, se hidratar bebendo água e manter uma alimentação saudável. 

A grande aposta dos próximos anos para o mercado automobilístico.

#ProjetodePeças #Indústria #PeçasMetálicas

A montadora Tesla atingiu nesta terça-feria (10) o marco de 1 milhão de carros elétricos produzidos desde sua fundação. A Tesla é uma empresa privada de capital aberto que foi fundada em 2003, pelos engenheiros Martin Eberhard e Marc Tarpenning em San Carlos, Califórnia. Agora, com valor acima dos 100 milhões de dólares, supera a americana Ford. 

A Tesla se diferencia das demais montadoras por ser totalmente focada na produção e desenvolvimento de carros totalmente elétricos. Algumas outras marcas automotivas tradicionais também tem se mostrado preocupadas com o desenvolvimento de componentes para motores e transmissões para veículos elétricos e produtos à base de baterias, porém, a Tesla continua como pioneira no ramo. É importante ressaltar que, a empresa também foi afetada pela crise do Corona Vírus (Covid-19) e a queda no preço do petróleo nos últimos dias, refreando em 13% suas ações na segunda feira (09).

No final do ano passado, a Bayerische Motoren Werke AG (BMW) atingiu o número de 500 mil carros eletrificados vendidos. No Brasil, a empresa vendeu cerca de 300 veículos eletrificados entre 2014 e 2018 e, só no ano passado, a marca atingiu número análogo. 

Já a alemã Volkswagen, anunciou em novembro de 2019, que lançará cerca de 70 modelos de carros com motorização elétrica até 2028. 

O mercado nacional de veículos elétricos e híbridos deve crescer de 300% a 500% nos próximos cinco anos, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (Abve). A projeção mundial é ainda mais otimista. Segundo o relatório da Bloomberg New Energy Finance (BNEF), 56 milhões de carros elétricos circularão até 2040. Hoje são 2 milhões de veículos desse tipo nas ruas de todo o mundo.

FUPRESA 50 ANOS – Meio século de sucessos

#50ANOS #Indústria #Aniversário

A Fupresa S/A recebeu em janeiro 2020, a homenagem do Banco Itaú por seu de meio século de trajetória de sucessos no ramo de fundição. A empresa, que foi fundada em dezembro de 1969, comemora neste ano de 2020, o aniversário de 50 anos de atividades, sendo uma das principais indústrias de fundição de precisão da América Latina, contando com uma história de confiabilidade, competitividade e tecnologia na fabricação de peças e componentes de precisão.

A empresa foi fundada em 1969, atuando inicialmente com a micro fundição de peças pelo processo convencional. No ano de 1980 houve o início de uma joint-venture com a norte-americana Hitchiner, formando-se então a empresa Fupresa-Hitchiner, período este que se estendeu até o ano de 1993, sendo fundamental para a troca de tecnologias entre as empresas e adoção do processo de microfusão por vácuo aspiração, o CGP (processo de vazamento por contra-gravidade). Com a evolução de sua atuação e reconhecimento de sua capacidade técnica, a Fupresa S/A inicia suas exportações no ano de 1986, expandindo sua atuação para as principais indústrias automobilísticas da Alemanha, Espanha, França e Polônia. As certificações de qualidade pelo sistema de qualidade ISO/9000 se deram em 1998 (ISO/9000), 2001 (ISO/9000) e 2004 (ISO/TS 16949 e ISO9000: 2000). Em 2010 dá-se inícios às exportações para os EUA e em seguida, para a Austria. Em 2018, a empresa recebe se certifica na IATF 16949. Hoje, coleciona inúmeros prêmios de qualidade de produto e fornecimento recebidos de clientes como Valeo, MWM, Volkswagen, Eaton, entre outros. A empresa se orgulha em produzir componentes em aço com alto nível de qualidade  e complexidade, para atender os mercados mais exigentes do mundo.

Após 50 anos de trabalho, a Fupresa S/A mantém sua visão focada na obtenção de reconhecimento nacional e internacional, por seu padrão de excelência empresarial, liderança nacional em volume de vendas e em tecnologia de processo e manufatura.

Você sabe a diferença entre FUNDIDO x FORJADO?

#Indústria #Fundido #Forjado #MicrofusãodePeçasMetálicas #Ferro

O ferro forjado é ferro comercial (aço corrente) que é basicamente uma liga ferro-carbônica com baixo teor em carbono e sem elementos de liga. O nome de ferro forjado deve-se ao facto de ser conformado a quente recorrendo a um aquecimento (por exemplo, numa forja). Depois de aquecido, pode ser martelado numa bigorna, tradicionalmente, ou em prensa para que se obtenha a forma pretendida.

O fundidos são compostos de liga de ferro-carbono-silício, com teores de carbono que variam acima de 2,5 % e 4,0% e silício 1,0% e 3,0%, em quantidade superior à que pode ser obtida em solução sólida na austenita, de modo a resultar na formação de grafita, na forma de veios (lamelas) ou nódulos (esferas). Eles possuem baixo ponto de fusão, então, utilizam menos energia em fornos e sua modelação é facilitada, além de preencher totalmente os vazios intrincados dos moldes. Essas características conduzem a um material barato e de versatilidade considerável para fins de projeto e produto

O forjamento é um processo de fabricação que envolve a formação de metais usando forças de compressão localizadas. Os golpes são feitos com um martelo (muitas vezes, um martelo de potência). No caso dos Forjados, a primeira forma é um lingote obtido na aciaria que são transformados em placas ou tarugos e depois, forjados no perfil em martelos e prensas. Entretanto, bastante usinagem é requerida até sua configuração final. Já no caso do processo de Fundição, o metal líquido é colocado em um molde, que contém a uma cavidade com a forma deseja. Após a solidificação, quando necessário, faz-se apenas algumas operações finais de usinagem. A parte solidificada é conhecida como peça fundida

No forjamento, para moldar o metal na forma desejada, são requeridos grandes esforços, pois, o metal está no estado sólido. Menciona-se também que, quanto maior a espessura original da parede, maior será a força de deformação necessária. Por outro lado, no processo de fundição, o metal parte do estado líquido preenchendo diretamente o molde até a forma desejada. No forjamento, o metal sólido é forçado na cavidade da matriz, na fundição o metal é vazado na cavidade do molde. O líquido preenche com facilidade e completamente a cavidade. 

As principais propriedades mecânicas de interesse pelos projetistas são: Resistência, Ductilidade e Dureza. Para aços fundidos se o componente é feito de uma liga padrão, as características estão informadas na especificação padrão. Se for feito de alguma outra liga especial os testes padronizados de tração fornecerão os valores. Muitas peças são fabricadas a partir de produtos laminados como barras ou chapas. Ambos, laminação e forjamento, têm propriedades direcionadas pelo processo de deformação. Tensão Limite de Resistência, o Alongamento Percentual e a Resistência ao Impacto diminuem na direção transversal ao eixo de laminação ou forjamento uma vez que os laminados e forjados são anisotrópicos, isto é, apresentam diferentes valores de propriedades para diferentes direções. No caso de ligas fundidas equivalentes a ductilidade e a resistência ao impacto se situam entre os valores longitudinais e transversais apresentados pelo forjado. No fundido o metal é isotrópico, apresentando propriedades similares em todas as direções. É importante salientar que as condições de serviço dos componentes devem ser cuidadosamente avaliadas. Se o carregamento for uniaxial (ao longo da seção longitudinal) o forjado apresenta boa vantagem, mas se o carregamento cresce em outra direção neste caso o forjado passa a ser um problema.

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