É oficial: as feiras automotivas estão de volta

Salão do Automóvel

Para quem já estava com saudade do Salão do Automóvel, temos boas notícias: o evento já está com data marcada para o dia 6 de agosto de 2022, no Autódromo de Interlagos. A nova edição contará com experiências off-road, test-drives e palestras sobre mobilidade, além de, é claro, a exposição de veículos. Tradicionalmente feita no final do ano, a feira precisou ser antecipada para não coincidir com o GP de Fórmula 1, que deve acontecer no autódromo em outubro e novembro.

Fenatran

A Fenatran, igualmente adiada por conta do contexto pandêmico, está marcada para 16 a 20 de novembro de 2022, no São Paulo Expo. Em sua programação está, entre outros, o test-drive virtual e interativo com possibilidades de incluir experiências presenciais pelo Fenatran Experience.

Automec

Já a Automec, muito esperada por ter um histórico de sucesso, sendo referência na América Latina, teve sua 14ª edição em 2019, mas a 15ª acontecerá somente em 2023, de 25 a 29 de abril, em formato híbrido – a parte presencial também ocorrerá no São Paulo Expo. Segundo a RX, organizadora do evento, “O evento presencial da Automec continuará sendo a principal forma de geração de negócios e conexão do setor”.

Salão Duas Rodas

E o Salão Duas Rodas, considerado um dos três eventos mais importantes do mundo e o maior do segmento no Brasil, promete oferecer experiências para mais de 240 mil visitantes , de 1 a 6 de novembro de 2022. A feira também contará com ações digitais ainda não reveladas.

A retomada da Mercedes-Benz.

#COVID-19 #Indústria #Mercedes-Benz

A Mercedes-Benz afirmou que pretende retornar às suas atividades a partir da primeira semana de maio. A Organização mantém suas operações estagnadas desde o dia 23 de março. “A estratégia é tema de reunião diária da companhia” afirmou Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz Brasil e da Daimler América Latina.

“O cenário ainda é volátil e só vamos voltar a produzir de fato se for seguro para os nossos funcionários, mas entendemos que até esta data o cenário será favorável”, diz o executivo. A retomada vai acontecer de forma gradual, “Estamos neste momento negociando isso com o sindicato.” 

Schiemer aponta que cortes no quadro de funcionários não está entre as possibilidades mais próximas. 

Apesar da enorme preocupação com a falta de liquidez e com o caixa da organização, o presidente afirma que os negócios continuarão para alguns segmentos de veículos, já que a demanda por transporte permanece em certa proporção. “Temos visto movimentação no setor agro e entendo que alguns segmentos que já têm frota mais velha vão continuar renovando”, projeta

Com a crise, as vendas caíram cerca de 50%. Esse cenário vai ser mostrado nos emplacamentos daqui pra frente. O presidente ainda afirma que é cedo para se falar em investimentos, e que a prioridade no momento, e analisar o melhor cenário e manter a organização com seus recursos e funcionalidades. 

Montadoras e empresas automobilísticas juntam esforços no combate ao COVID19

#COVID-19 #Indústria #Montadoras

No combate à disseminação do novo coranavírus no Brasil, algumas empresas do setor automotivo decidiram usar de seus esforços para produzir e oferecer itens e serviços à favor da população neste momento. As ações se destacam por preservar o aspecto humano das organizações em tempos tão incertos. 

Acima da mobilização interna das organizações, algumas empresas evidenciam que é necessário somar ações no combate à doença, principalmente com aqueles que são responsáveis pelos serviços essenciais no Brasil, como é o caso da ANFIR, que se uniu à TruckPad para viabilizar a doação de 1 mil refeições a caminhoneiros em todo o País. Menciona-se também, a BR DISTRIBUIDORA, empresa do ramo de distribuição de combustíveis, que anunciou a doação de mais de 20 mil litros de etanol às universidades para a produção de álcool 70%. A Continental Pneus, está oferecendo higienização gratuita do sistema de ar dos veículos de profissionais da saúde em 53 postos, até 15 de maio. Assim como a Volkswagen, que, está oferecendo serviços de reparo para veículos das secretarias de saúde do estado de São Paulo e Paraná, além de, doar cerca de 2 mil máscaras para as cidades de São Bernardo do Campo, Taubaté e São Carlos, no estado de São Paulo, e em São José dos Pinhais, no Paraná. Juntamente com a VW, a fabricante de autopeças AETHRA, o grupo FCA, a montadora FORD, General Motors, Mercedes Benz, MOURA, PSA e entre outras marcas, estão juntando seus esforços para produção e doação de máscaras para entidades e secretarias de saúde, visando o combate do vírus.

A HONDA, por sua vez, assinou um termo de cooperação técnica com o governo do Amazonas e com a Universidade do Estado para participar do desenvolvimento de um protótipo de respirador artificial. Também irá apoiar a iniciativa conjunta de manutenção de respiradores que estão fora de operação no Amazonas para serem utilizados por pacientes acometidos pela Covid-19. A Mercedes-Benz também se comprometeu a produzir respiradores mecânicos para serem doados a hospitais, porém, no estado de São Paulo.

O Instituto General Motors doará 5,5 mil cestas básicas de alimentos, produtos de higiene e limpeza para as famílias necessitadas que moram em cidades onde a GM possui operações. Também doará 3 mil óculos de segurança para equipes de saúde e emprestará 105 carros para serviços de saúde das prefeituras. 

Com o empenho e mobilização da população, junto às medidas de prevenção recomendadas pela OMS, logo controlaremos o contágio do vírus e em breve, retornaremos às nossas atividades normais. 

Dados: Revista Automotive Business.

Economia para o mercado automotivo em 2020

#ProjetodePeças #Indústria #PeçasMetálicas

A recuperação da economia e, consequentemente, de emprego e renda, deve aumentar a confiança do consumidor para a compra de um carro ou uma moto. O mercado automotivo tem sinais otimistas no início do ano com a perspectiva de crescimento, com a taxa de juros mais baixa e maior disposição dos bancos na oferta de crédito. Uma pesquisa feita na Webmotors, indica que 88% dos usuários pretendem trocar de carro esse ano, e 93$% do público que ainda não possuiu veículo, almeja adquirir um em 2020. 

O primeiro bimestre deste ano apresentou retração em relação ao ano anterior, afirma a ANFAVEA (Associação Nacional dos. Fabricantes de Veículos Automotores), com somente 58 mil veículos vendidos no Brasil. Entretanto, segundo Luis Carlos Moraes, presidente da associação, todo primeiro bimestre do ano é marcado por um mercado fraco, devido ao feriado de carnaval, mercado interno lento e exportação em baixa, porém, no segundo bimestre, é esperado um aumento no emplacamento. 

Em conformidade com a ANFAVEA, a Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (ABEIFA) espera um aumento de 22% nas vendas de 2020, mesmo com a alta do dólar. O setor aguarda decisões do governo sobre uma possível redução na taxa de importação, hoje em 35% – que é o limite máximo imposto pela OMC.

Marcos Silva, presidente da Nissan no Brasil, também acredita no crescimento do mercado automotivo em 2020. “Estamos muito confiantes para 2020, assim como pensando em 2021 e 2022. Vi uma retomada do crescimento do mercado, que havia caído abruptamente desde 2012, mas é claro que essa retomada será muito lenta, mas acreditamos em um crescimento de quase dois dígitos neste ano”, comentou.

Sobre o Corona Vírus

De acordo com relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), o Covid-19 causará recessão econômica em alguns países, bem como a desaceleração do crescimento anual global abaixo de 2,5%. Entretanto, para Luiz Carlos Moraes “A epidemia pode impactar o fornecimento de auto-peças vindas da China e de países afetados, o que poderia abalar a cadeia das montadoras brasileiras, mas por enquanto a produção no Brasil se mantém inalterada”.

Potencializando o projeto de peças metálicas

#ProjetodePeças #Indústria #PeçasMetálicas

Hoje vamos conversar sobre quais softwares são essenciais na potencialização e otimização dos processos de desenvolvimento de peças metálicas para a indústria automobilística, de alimentos ou de componentes metálicos serializadas.

A equipe de engenharia responsável pela concepção, desenho, prototipação, teste e produção de novas peças metálicas possui um trabalho de alta complexidade intelectual e técnica pela frente. Sem os softwares corretos este caminho racional e lógico pode se tornar tortuoso, longo e de alto custo para o investidor ou sua indústria.

Nós vamos listar 4 softwares essenciais e iremos detalhar cada um deles em nossos artigos aqui no BLOG da Fupresa.

São eles:

  • –  Autocad (Projetos 2D e 3D)
  • –  Solidworks (2D e 3D – foco no setor automobilístico)
  • –  CNC (Sistema controlador de usinagem)
  • –  MAT LAB (cálculos de matrizes numéricas) Hoje vamos destacar o Autocad. Ele é o software mais tradicional da engenharia, sendo criado em 1982 e atualizado desde então. Hoje possui plataformas mobile e em nuvem, além da instalação direta no computador. O Autocad é um programa de desenho técnico avançada assistido. Ele possui inúmeras funções que auxiliam o engenheiro / projetista no planejamento e exceção de seu projeto, dentre elas: – desenho 2D ou 3D;
    – saída de impressão dos desenhos / esquemas;
    – saída de impressão 3D;
    – suporta plug-ins de renderização de imagem (3DMAX por exemplo); – possui ferramentas de planejamento de materiais e saída de folhas de especificações Além da sua grande flexibilidade, o programa conta com vantagens claras relativas à outros softwares, como capacidade de salvamento de arquivos em diversas mídias ou localmente no PC, visão 3D incorporada no desenho, organiza e suporte inúmeras revisão de projetos sem perda de histórico e sem retrabalho no desenho, tem alta velocidade de processamento de tarefas e alta precisão dimensional.

Bom você é engenheiro mecânico e ainda não explorou 100% este software? Mãos a obra, pois sua carreira vai agradecer.

Grandes promessas para a economia em 2020.

#Economia #CenárioEconomico #Indústria #2020

Reformas contribuem para a geração de empregos.

As reformas de cunho liberal, implementadas no decorrer de 2019, contribuem para um quadro de crescimento sólido, com aumento de investimentos, já que, promovem o equilíbrio fiscal e comedem os gastos públicos. O presidente da CNI afirma que “reformas que se destinam a modernizar os regimes trabalhistas, previdenciário e tributário, estão sedimentando o terreno para aumento de consumo, investimentos e produção”. Ele comenta também, que, é necessário continuar com esse cenário de transformações, visando alta no setor com a eliminação de impugnações que atravancam o investimento produtivo. 

A retomada da atividade econômica proporcionará também, o crescimento de vagas e a geração de empregos, com previsão de queda de 11,9% para 11,3% na média anual da taxa de desemprego. O desemprego no país, atinge hoje, cerca de 11,9 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o pesquisador Daniel Duque, da área de Economia Aplicada da FGV/Ibre, parte da melhora no emprego na área da indústria está ligada ao retorno, ainda que lento, dos investimentos.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apontaram para um crescimento de 2,3% na produção do setor no ano passado e estima-se, que, a alta continue devido à maior tendência de consumo e produção, apresentado por 2020.

Fontes: (G1) e (CNI- Confederação Nacional da Indústria – Portal da indústria)

Funcionalidade do produto para desenvolvimento do componente.

#Indústria #Desenvolvimento #Componente #Investimento #Funcionalidade

O correto entendimento da aplicação do produto somado à sua funcionalidade, é substancial para o desenvolvimento de um novo componente. Para isso, deve-se ter ciência do objetivo do produto, a temperatura na qual vai atuar, se vai haver contato com corrosão e suas dimensões a serem alcançadas. A microfusão deve ser baseada nessas questões para se obter os melhores produtos técnicos pelo preço mais favorável de produção. 

A escolha do material varia de acordo com sua aplicabilidade. Toda liga de aço tem suas próprias propriedades específicas, com base nessas propriedades é selecionado o metal adequado para a aplicação. 

A elasticidade do material determina a facilidade com que o comprimento pode mudar quando uma força é aplicada. Essa elasticidade diz respeito à uma deformação versátil. Isso significa que o material retorna à sua forma inicial quando o campo de força é removido.  

A dureza do material é a resistência que o material exibe contra deformações mecânicas. Portanto, determina em que medida um material pode sujeitar-se ao desgaste. 

O aço resistente à desgastes por fricção é um tipo de aço com alta resistência ao desgaste. A resistência de um produto ao desgaste por atrito ou impacto é obtida endurecendo o material. Logo um material com alta dureza provocará desgaste de um material com menor dureza. Contudo, não basta o material ser somente ductível, ele também precisa ser resistente para fornecer resistência contra impacto direto. No entanto, dureza por si só não é suficiente. O material também deve ser resistente para fornecer resistência contra impacto direto, para não quebrar quando for atingido direto.

A tenacidade de certo material refere-se à como ele quebra perante cargas mecânicas. A resistência pretendida de um material contra fraturas é resultado de sua resistência à esse impacto. Materiais resistentes têm um valor de impacto mais alto que materiais quebradiços. Essa condição depende da espessura da peça, da temperatura, da velocidade da deformação e da presença de cortes ou trincas.

FCA afirma investimento na casa dos bilhões de dólares no Brasil.

#Indústria #Investimento #Fiat #Peugeot #Carros

No início do mês de novembro, a Fiat Chrysler Automobiles (FCA) e a PSA Peugeot Citroën anunciaram o fechamento de um acordo para a fusão das duas companhias. O novo gigante do setor automobilístico já nasce com valor de mercado estimado em US$ 50 bilhões (cerca de R$ 200 bilhões) e será a quarta maior montadora do planeta, com quase 9 milhões de carros vendidos – ficando atrás apenas da Volkswagen da aliança Renault-Nissan-Mitsubishi e da Toyota.

Em comunicado oficial, as empresas afirmaram que “o plano para combinar os negócios resulta de intensas discussões entre a alta gestão das duas companhias” e que “ambas compartilham da convicção de que há lógica convincente para esse movimento ousado e decisivo.” Segundo a nota, o objetivo é “unificar forças para criar um líder mundial em uma nova era de mobilidade.”Um dos responsáveis por comandar essa potência será o engenheiro Antonio Filosa, presidente da FCA da América Latina. Mesmo com a crise assustando o setor, a FCA vendeu 5 milhões de veículos no ano passado em todo o mundo, com faturamento de € 115 bilhões (mais de R$ 550 bilhões), alta de 4% em relação a 2017. A FCA é líder do mercado brasileiro e celebra alta de cerca de 15% nas vendas de janeiro a outubro deste ano em relação a 2018 (foram quase 410 mil carros emplacados).

Até 2024, vai ser investido em torno de R$ 16 bilhões em operações da FCA no Brasil. Na própria fábrica de Pernambuco, onde se produz o Fiat Toro e os dois Jeep (Renegade e Compass), serão aplicados R$ 7,5 bilhões para modernizar ainda mais a planta e produzir um novo modelo Jeep, que será um SUV premium. A unidade em Pernambuco é a mais moderna entre as mais de cem fábricas da FCA em todo o mundo, além de ter gerado cerca de 15 mil empregos na região.

Dentro desses quatro anos, a FCA vai lançar cerca de 25 produtos, entre reestilizações e modelos novos. No Brasil, os SUVs são bastante aceitos e preferíveis, logo, já em 2021, três novos produtos nesse segmento, dois com o logotipo da Fiat e um da Jeep serão lançados. Esses projetos já estão em fase de desenvolvimento. E há estudos para incrementação nos modelos, de novos conteúdos tecnológicos e de motorização, como turbo e eletrificação.

A FCA também menciona a conectividade em relação à mobilidade, dizendo que o automóvel passará por grandes transformações nos próximos anos. “Não existirá mais aquele objeto que servia apenas para levar as pessoas de um local ao outro. Os carros serão como módulos móveis, utilizados como veículos, claro, mas dentro dos quais você poderá realizar coisas impensáveis há alguns anos, como, por exemplo, comprar o ingresso do cinema, fazer a reserva do restaurante, efetuar pagamentos bancários. O seu carro fará tudo o que você hoje faz no smartphone. Além de ser um meio de transporte, o automóvel será uma fonte de serviços ao usuário” menciona Antonio Filosa.