Falta de componentes é o principal obstáculo das montadoras

A escassez global no fornecimento de componentes eletrônicos tem dificultado cada vez mais a operação das montadoras. Os processadores e módulos eletrônicos, cada vez mais presentes nos veículos atuais, dependem de chips semicondutores importados; que além de terem sua fabricação reduzida no início da pandemia, tiveram seu fornecimento deslocado para outras categorias, como eletrodomésticos e smartphones, deixando o setor automotivo em falta.

As notícias de paralisação por falta de componentes não param. A Honda, em Sumaré (SP), fará sua segunda parada na produção do Honda Civic em março. Ela foi a primeira a anunciar parada por baixa nos estoques, porém a produção de outros modelos como Fit, City e HR-V, na fábrica de Itirapina (SP), continua sem interrupções até o momento.

Já na General Motors, abaixa nos estoques chegou a atingir o carro mais vendido do Brasil, o Chevrolet Onix. A fábrica em Gravataí (RS) vai interromper as operações dando férias aos funcionários e prevê a suspensão temporária de contratos (layoff), além da diminuição de turnos. As medidas serão mantidas até que o estoque seja restabelecido, assim evitando paralisações durante os turnos.

Segundo a Mercedes Benz, o ano promete ser “emocionante”. A montadora não chegou a paralisar as operações, e segundo Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing de caminhões e ônibus, as faltas vão além de componentes eletrônicos: faltam insumos como aço, borracha e plásticos.

“Estamos dando o nosso jeito, mas o problema não é só nos fornecedores, é também na cadeia logística, com interrupções de linhas marítimas e pouca disponibilidade de transporte aéreo, que ficou muito caro e sem espaço nos porões porque os voos foram reduzidos. Devemos ter um ano emocionante pela frente até que a situação volte ao normal.”, declarou Leoncini.

Mesmo frente a adversidades, a Mercedes-Benz vem avançando em vendas e em contratações, iniciando o ano com 1000 novos funcionários.

“Produção de veículos começa o ano com crescimento de 4,2%

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

A ANFAVEA – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores divulgou o relatório mensal referente ao primeiro mês do ano e os resultados revelam um crescimento de 4,2% na produção de veículos em relação a janeiro de 2020.

Segundo , Luiz Carlos Moraes, presidente da Associação, o segmento é um dos mais seguros do país, por vigorar apesar de tantas contrapartidas. “Somos exageradamente tributados, pouco incentivados e geramos retornos espetaculares ao país sob todos os ângulos de análise”, afirmou Luiz em coletiva de imprensa. Segundo ele, a pesada tributação acaba anulando as desonerações, afetando fortemente a competitividade da indústria.

Pouco a comemorar

Apesar de a produção ter crescido sobre janeiro de 2020 em 4,2%, com o número de 199,7 mil unidades, a porcentagem em relação a dezembro não é muito animadora: recuou 4,6%.

As exportações se comportaram da mesma forma: 25 mil unidades embarcadas, batendo um crescimento de 21,9% sobre o mesmo mês do ano anterior, porém ao comparado com dezembro de 2020, apresentaram queda de 34,8%.

Já o licenciamento de autoveículos totalizou 171,1mil unidades, um desempenho negativo de 11,5% em comparação com janeiro de 2020 e 29,8% em relação a dezembro.

O horizonte do setor é imprevisível, pois a intensificação da pandemia, a falta de insumos (principalmente semicondutores), e o baixo estoque de veículos nas fábricas vêm prejudicando e preocupando indústria e comércio.

“Revendas vão à justiça e às ruas – contra o aumento do ICMS em São Paulo

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

Desde o início do ano, organizações correlatas aos distribuidores e fabricantes de veículos vêm protestando contra o aumento do ICMS em São Paulo. Argumenta-se que o aumento pode desencadear uma onda de fechamento de lojas e demissões em massa, que, em estimativa, podem afetar até 50 mil trabalhadores no setor.

A Fenabrave manifestou-se em nota de repúdio: “vai custar ao Estado de São Paulo milhares de postos de trabalho, falências de empresas e aumento de preços ao consumidor, além de promover queda na arrecadação, podendo causar danos irreversíveis ao setor e à economia paulista […] Para evitar este cenário, as entidades tomarão todas as medidas judiciais cabíveis para reverter essa decisão arbitrária, que transforma na prática o ICMS em um tributo com efeito de confisco, o que é vedado expressamente pela Constituição Brasileira”.

Atualmente existem 1,7 mil concessionárias e 12,5 mil revendas no estado, que totalizam cerca de 371 mil pessoas empregadas.

A alíquota para compra de carros novos foi de 12% para 13,3%. Para carros usados, passou a ser de 1,8% para 5,3% após ajuste fiscal do governo estadual no dia 31 de dezembro de 2020. Um encarecimento de 207% que entrou em vigor no dia 15 de janeiro.

Os donos de concessionárias foram às ruas da Zona Norte de São Paulo, em uma carreata, como forma de protesto, nesta quinta-feira, 21.

Segundo nota do governo estadual, “Por quase 30 anos, veículos novos e usados foram beneficiados por renúncias fiscais de até 98%, em relação à alíquota de 18% do ICMS praticada no Estado. Benefícios fiscais como este custam mais de R$ 40 bilhões por ano ao governo do estado de São Paulo, o que representa um terço da arrecadação do ICMS”.

As entidades argumentam que o resultado pode ser completamente contrário ao objetivado pelo Estado. Alguns cenários possíveis são a migração de lojas paulistas para outros estados onde o imposto não aumentou, ou o aumento de negociações informais, onde a revendedora compra o veículo, mas deixa no nome do antigo proprietário até vendê-lo, para não constar em seu estoque.

Qual a sua opinião sobre a decisão do governo? Deixe seu comentário.

“Os automóveis particulares vão acabar?

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

Ousa quem fala que no Brasil o automóvel tem data de validade, pautado nas tendências de transporte público e até mesmo no encarecimento do carro. Hoje, falaremos sobre como o país recebe esse mercado e como lidará com ele no futuro.

Segundo uma pesquisa realizada pelo DENATRAN, o número de carros não para de crescer no país. Com o aumento da frota, o Brasil já tem um automóvel para cada 4,4 habitantes. Há 10 anos atrás, a proporção era de 7,4 habitantes por carro. Contudo, se comparado à países desenvolvidos, ficamos para trás: Nos Estados Unidos, há 1,2 habitante para cada carro em circulação; e na Alemanha tem 1,7 habitante/carro.

Mesmo estando atrasado perante às outras nações, vemos que o brasileiro tem uma relação positiva com o automóvel. Segundo uma pesquisa realizada pela Quatro Rodas, 73% dos participantes afirmaram que automóvel significa liberdade e 57% de que carro é uma paixão. Nas frases negativas, 82% discordavam de que nunca mais andariam de carro se pudessem abrir mão.

Portanto, nega-se as notícias que o carro perderá sua popularidade aqui.

Além disso, para abrir mão do automóvel, é necessário substituir a capacidade de mobilidade que ele proporciona por outro modal. Analisemos o transporte público no Brasil: Apesar de ser efetivo na grande São Paulo, ainda não comporta toda a população. Já quando olhamos para as cidades do interior, é quase impossível visualizar um transporte coletivo que abrace e conecte todas as pequenas regiões de modo concreto, como no caso dos automóveis particulares.

Em consonância ao tema do transporte público coletivo, o automóvel particular ainda é uma ferramenta de status social no Brasil. Aos olhos de muitos, quem usa transporte público é pobre.

Por dentre esses e muitos outros motivos, não espere a decadência da venda e uso dos carros próprios, por pelo menos 10 a 20 anos.

E você, o que acha desse tema?

Mercado nacional e as tecnologias de segurança veicular e assistência ao condutor

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

A indústria nacional tem buscado investir no desenvolvimento de tecnologias de segurança e de assistência aos condutores, devido à alta demanda por veículos mais seguros por parte dos consumidores. Segundo especialistas da Bosch: “Em uma pesquisa que fizemos com os consumidores, 93% consideram que a segurança é fator primordial”, afirma Michel Braghetto, gerente de marketing da divisão Chassis System Control da empresa. “Mais de 50% dos respondentes gostariam que seus veículos tivessem tecnologias de segurança e sistemas de assistência ao condutor.”

Neste cenário, vê-se que no trânsito, 90% dos acidentes são ocasionados por falhas humanas. Seguindo a necessidade de reduzir esse índice, a Bosch
conta, por exemplo, com o avançado sistema AEB (Frenagem Automática de Emergência, em português). A tecnologia de assistência ao condutor pode evitar 50% das colisões traseiras, explica Leimar Mafort, gerente de engenharia da divisão Chassis System Control. Ele afirma que a tecnologia tem conquistado espaço entre os carros compactos mais vendidos no mercado nacional.

Além do sistema AEB, também menciona-se o ESP – Programa Eletrônico de Estabilidade, que já é obrigatório para modelos leves no mercado nacional. Este, além de detectar e neutralizar movimentos de derrapagem do veículo, também conta com tecnologias de frenagem automática. De acordo com pesquisadores da Bosch, o item pode evitar 80% de todos os acidentes.

O crescimento dessas modalidades de segurança é uma tendência. Portanto, montadoras não encontrarão outra saída a não ser aderi-la. Já em relação ao impacto negativo da pandemia sobre esses projetos, especialistas afirmam que não há preocupação: o mercado continuará dependendo dessa conscientização por parte da indústria.

O que você acha sobre o tema?

Aquecimento no mercado automotivo

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

A Fenabrave, associação que reúne as revendas franqueadas de veículos, afirmou na semana passada, que, este momento entre setembro e dezembro, o mercado está apresentando seu melhor desenvolvimento comparado com o restante do ano de 2020. O presidente da entidade, Alarico Assumpção Jr., avalia que o bom resultado está ligado diretamente ao aumento da confiança do consumidor aliado à maior oferta de crédito, que vem sustentando o crescimento mês a mês dos negócios.

Também registrou que, outubro foi o melhor mês do ano com leve alta de 3,25% sobre setembro, mas ainda em expressiva queda, de 14,9%, sobre o mesmo mês de 2019, quando foram licenciadas 241.142 unidades.

“O mercado vem gradativamente retomando bons patamares de venda. Ainda que com o mesmo número de dias úteis (21) de setembro, em outubro tivemos o maior volume de emplacamentos de 2020”, destacou o presidente da Fenabrave.

Ainda sim, há um cenário de compra bastante aberto, já que a limitação de produção, fato que as fábricas vêm enfrentando a falta de alguns insumos e componentes e não conseguem atender todos os pedidos, ocasiona um engarrafamento de solicitações, pois as locadoras de veículos relatam que têm 150 mil pedidos de carros não atendidos pelas montadoras até o momento.

Os mercados de automóveis e comerciais leves vêm apresentando resultados diferentes. Em outubro, as vendas de veículos de passeio (168,5 mil) cresceram 4,6% em relação a setembro e registraram queda de 17,6% em relação ao mesmo mês de 2019. Já nos emplacamentos de utilitários leves (36,8 mil no mês) os sinais de positivo e negativo se invertem: houve recuo de 2,4% sobre setembro e pequena alta de 0,4% ante outubro do ano passado.

Será então que estamos vendo um horizonte promissor para os fabricantes? Compartilhe em suas redes sociais.

“Setor aponta crescimento

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta melhora na situação financeira do setor, além do acesso ao crédito. Apresentando assim, uma forte retomada em setembro, tanto no que diz respeito à produção, quanto na capacidade instalada. “Expectativa de uma sustentação desse crescimento nos próximos meses, uma contratação que só vai acontecer em uma percepção de melhor. É um resultado bastante importante. Tudo isso ajuda para uma sustentação do crescimento para além do que foi perdido nos meses de abril e março por conta da pandemia.” Afirma o gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo.

Entretanto, tal retomada implica em desabastecimento em cadeias siderúrgicas, construção civil, automotiva e a reclamação de preços mais elevados das matérias primas, isso porque, com a paralisação no início do ano, a demanda caiu e os estoques foram afetados.

Segundo pesquisa da CNI, faltam insumos para abastecer 68% das indústrias brasileiras. A indústria têxtil foi um dos primeiros setores a reagir neste segundo semestre, o custo da matéria-prima está mais alto também.
A CNI afirma que foram 800 empresas consultadas no estudo que estão com dificuldades para obter insumos no país. Sem matéria-prima suficiente para atender a demanda das indústrias, o que tem disponível no mercado ficou ainda mais disputado, o que acabou encarecendo os produtos.

“A economia reagiu em uma velocidade acima da esperada. Assim, tivemos um descompasso entre a oferta e a procura de insumos. E tanto produtores quanto fornecedores estavam com os estoques baixos. No auge da crise, vimos a desmobilização das cadeias produtivas e baixos estoques. Além disso, temos a forte desvalorização do real, que contribuiu para o aumento do preço dos insumos importados”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

A pesquisa mostra que 44% das empresas consultadas afirmam que estão com problemas para atender os clientes. Essas empresas apontam entre as principais razões para a dificuldade de atendimento a falta de estoques, apontada por 47% das empresas, demanda maior que a capacidade de produção, com 41%, e incapacidade de aumentar a produção, com 38%.

“Como ficará a mobilidade urbana pós covid19?

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

Em função do isolamento social imposto pela pandemia do covid19, as tendências do futuro foram aceleradas e se tornaram rotina de muitas pessoas. Muitas das inovações e adaptações dizem a respeito à mobilidade urbana. Em função dessa reconfiguração na vida das pessoas, o carro que antes era usado todos os dias para o deslocamento até o trabalho, agora com o home office passou a ser usado 2 a 3 vezes durante a semana, o que leva as famílias repensarem sua necessidade de posse com o automóvel.

Segundo uma pesquisa realizada pela Global Consumer Insights e conduzida pela PwC, revela que, no pré-covid, 47% dos entrevistados diziam comprar em lojas físicas uma vez por semana. Durante o período de “lockdown” no entanto, esta tendência mudou rapidamente, com consumidores visitando lojas físicas com pouca frequência, fazendo refeições e procurando entretenimento em casa. Ainda que a vida possa voltar ao normal, para que as pessoas saiam de casa e voltem a visitar lojas, restaurantes e locais de entretenimento, elas precisam se sentir seguras.

Por isso, locadoras passaram então, a anunciar suas medidas tomadas com relação a higienização e protocolos usados ao servir o cliente e proteger seus funcionários. Esse tema impacta diretamente os provedores de serviços de mobilidade, locadoras e concessionárias.

A pandemia também acelerou a tendência de compras on-line. Mais de 50% dos respondentes da pesquisa disseram que diminuíram suas compras em lojas físicas e em contrapartida, aumentaram significativamente as compras on-line. Cerca de 90% dos respondentes disseram que este é um hábito que pretendem manter no futuro.

Entretanto, em uma outra pesquisa feita na China pela PwC, durante a pandemia, 84% dos entrevistados entendiam que comprar um carro privado será importante após a epidemia para dar a proteção futura necessária. Adicionalmente, 92% dos consumidores responderam que sistemas de purificação do ar serão necessários no futuro e que 70% dos carros deveriam vir equipados com kit de primeiros socorros que incluem máscaras de proteção.

Portanto, tais medidas comportamentais afetam diretamente a mobilidade e o setor automotivo. Você acha que esses hábitos irão permanecer no pós covid?

Como será o futuro da mobilidade?

#Automóveis #Mobilidade #Indústria #Automotores

Há mais de três décadas que sistemas eletrônicos são desenvolvidos e aprimorados, e com isso, motores automotivos vem sendo evoluídos de acordo com as crescentes exigências dos clientes e legisladores. Muito se discute sobre o tema, já que a digitalização e a conectividade estão em alta no ramo.

A busca por eficiência é resultado do trabalho árduo de profissionais com diferentes formações técnicas, como mecânicos, químicos, eletroeletrônicos, especialistas em materiais, computação, processamento de dados e entre outros. Para esses profissionais, o exercício é complexo. Portanto, é necessário passos adicionais na capacitação, já que os veículos caminham para um nível avançado de integração das diversas áreas. Se faz importante então, aquele que tem visão estratégica das inter-relações do sistema, envolvendo big data e IoT.

É de interesse das organizações que se fazem presentes na cadeia, investirem nessa mão de obra dinâmica, a fim de buscar seu lugar atualizado no mercado.

Além do aperfeiçoamento da inteligência tecnológica em prol da satisfação e agilidade da experiência do cliente, nota-se também a tendência por modelos de mobilidade compartilhada. Então, vê-se que as empresas que querem estar de acordo com as linhas que o mercado está traçando, precisam se adaptar e criar alternativas que englobem a promessa do futuro próximo.

Contudo, para alcançar a prestabilidade é imprescindível abraçar as inclinações atualizadas da sociedade. E é dessa maneira que vamos sofisticando e evoluindo como instituições.

Os carros elétricos e a problemática das baterias a base de metais

#Carros #Elétricos #Indústria #Automotores

Os carros elétricos são a nova aposta ecológica da sociedade contemporânea. Para unir sustentabilidade e eficiência, diversas montadoras estão buscando resoluções para aumentar a capacidade das baterias dos veículos, sem prejudicar o custo de tal. A Volkswagen por exemplo, anunciou que vai mudar as células de sua bateria, aumentando a quantidade de Níquel.

Atualmente, as baterias são compostas por 65% de níquel, 15% de cobalto e 20% de manganês. Segundo Frank Blome, chefe de células de bateria da montadora, a partir do próximo ano, as baterias serão compostas por 80% de níquel, 10% de cobalto e 10% de manganês.

Entretanto, a exploração desses componentes remete a conflitos sobre o impacto da mineração no meio ambiente. O que é um tanto quanto preocupante no ramo. Além disso, a dependência das marcas sobre o cobalto e o níquel acarreta mais custos à produção, já que são caros devido seu complexo processo de extração.

Com isso, a Contemporary Amperex Technology (CATL), maior fabricante de baterias para veículos elétricos no mundo, estuda um novo tipo de bateria que dispensa o uso de níquel e cobalto, disse Meng Xiangfeng, executivo sênior da companhia, durante evento virtual. O representante mencionou que as novas baterias não incluirão metais caros, como os mencionados nos primeiros parágrafos.

Em julho, a Panasonic, também fornecedora da Tesla, revelou planos de desenvolver soluções livres do minério em até três anos.

A tendência é que esse pensamento se difunda entre as marcas e seus fornecedores.